quarta-feira, julho 04, 2007

Memories...

Coisas que fiz em férias, que nunca mais vou fazer:

Coisa nº 1, Budapeste, Julho 2006

Robene: Vão-se f***r. Hoje sou eu que levo o mapa.
(três horas depois, a deambular por ruas escuras, à procura do hotel)
Robene (lágrimas nos olhos): Pessoal, não faço puto de ideia onde estamos!!!
Miguel e Gonçalo (rebolando os olhos, e pontapeando-me): Dá cá a merda do mapa!

Coisa nº 2, Belgrado, Agosto de 2006

Robene, numa farmácia da Sérvia: English? Speak English?
Farmacêutica Sérvia: advsdvsdvsvsdvarhaet?????!!!!!????BAJOUBUJON!
Robene: Gino-Canesten? Têm?


Coisa nº3, Cuba, Fevereiro 2006

Robene: Estou cheio de sede! Não me aguento!
Amigo sensato: Olha que aqui não é seguro beberes água Robene. Ainda apanhas uma disenteria.
Robene: Por favor, eu faço comida em minha casa, e tu já viste o aspecto da minha cozinha. Achas mesmo que é uma aguinha que me vai mexer com os intestinos? (Robene bebe prontamente o copo de água amarela que lhe dão)

..............................(3 horas depois).........................................

Amigo sensato: Onde anda o Robene?
População do hotel: Está a cagar!

Coisa nº 4, Tailândia, Praia de Pattaya, Agosto 2006

Irmã do Robene: Vamos dar uma volta ali pelas lojas?
Robene: Ok.
Criança de 5 anos, puxando pelos calções de Robene: Sir? Sir? I'm cheap. I'll do you good time. Sex? Want sex?
Amigo da irmã de Robene (dia a seguir): Oh não, apanhei chatos! Como é possível???

Coisa nº5, Banquecoque, Agosto 2006

Robene (a pensar): Humm, se levar estas falsificações de coisas de marca, ninguém topa, e vou fazer um sucesso, toda a gente vai adorar as minhas prendas!
Robene (em Portugal): Olha Gala, trouxe-te uma carteira Gucci! Espectáculo!
Gala: Parece-me falsa.
Robene: Tás-te a passar? Até é à prova de fogo e tudo! Pele genuína! Que mal agradecido...

........................3 dias depois.................................

Gala: Ontem cheguei o isqueiro perto da tua carteira Gucci.
Robene:Hum..ehehe..pois, e então?
Gala: Porque é que achas que tive de ir comprar uma carteira nova hoje?

Próxima férias: algures em Dezembro. Mi aguarde Brasiu!

10 comentários:

Garcia Rocha disse...

Rubino, a acção passa-se no Verão de 2006, após os exames do 5.º ano.

Estação de autocarros de Coimbra, 2 da manhã. Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma mijadela e uma cagada não aliviasse.

Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me levaria para o aeroporto de Lisboa, de onde partiría o voo para Barcelona, resolvi segurar as pontas, afinal de contas, são só 2 horas de viagem. "Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar uma mija e uma cagada, tranquilo. O avião só sai às 8:00am" - pensei.

Ao entrar no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no wc do aeroporto. Virei-me para o meu companheiro de assento e, subtilmente, rosnei-lhe: "Fogo... mal posso esperar para chegar à merda do aeroporto porque preciso largar a farinheira."

Nesse momento, senti o cagalhão a alargar-me a brodas do cú, beliscando as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda. Aí o cagalhão ficou maluco e queria sair a qualquer custo! Fiz um esforço enorme para segurar o comboio de merda que estava para chegar à "estação anus" a qualquer momento. Suava em bica. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais ( o belo do Peidinho) indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali.

Uma onda de frescura rectal inundou o autocarro. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho, não numa igual à do Rubino, mas uma com uma sanita tão branca e tão limpa que alguém podia pôr o almoço nela. E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e...oops! Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e percebi : "pronto ja me borrei todinho".
Um cocó sólido e grauuudo daqueles que dão orgulho de "paizinho" ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra! Mas, sem dúvida, não neste caso.

Olhei para o meu amigo, sentado ao meu lado, procurando um pouco de solidariedade, e disse-lhe de modo muito sério:
"Olha, caguei- me."
Quando o cabrão parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a ficar no centro da cidade de escala [Leirial], e que me limpasse nalgum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controlo.
"Que se lixe, limpo-me no aeroporto," - pensei - "pior do que estou não fico".

Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia...Pauuuu, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando,e lambuzando o cu, boxers, pernas, calças, meias e pés. Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam as "nalgas" ao sair rumo à liberdade. E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar... afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado.
Já o peido seguinte foi do tipo daqueles que um gajo manda em casa do Rubino [nos concursos de peidos], depois de beber umas belas minis: caguei-me pela quarta vez.

Lembrei-me do Gonçalo que uma vez teve que arrear o calhau e eu disse a toda a gente.Mas pronto... tinha tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira.


Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, pedi ao meu amigo que apanhasse a minha mala na bagageira do autocarro e a levasse a casa de banho do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri para a casa de banho e entrando de porta em porta nenhuma sanita tinha papel higienico.
Entrei na última porta, mesmo sem papel, tirei a roupa toda para analisar a minha situação (concluí q estava no fundo do poço) e esperei pela mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas que a minha maezinha me lavou e passou.

Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheio de pressa... e mandou por cima da porta a minha maleta. Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. E assim começou a sessão de limpeza...
Mandei os boxers c pró caralho e usei as meias como toalha (ha quem as use para outra coisa!)Saí da casa de banho e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, calças molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas).
Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que estava na casa de banho".

A hospedeira [toda boa, por sinal]aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir uma gilette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as pedir... e respondi-lhe com a minha cara angélica: "Nada, obrigado menina. Só quero esquecer este dia de MERDA."

GR

micose_ou_mifrita disse...

Este comment (que é mais post, que commnent) bateu tudo o que o Robene já escreveu, em termos de esterqueira visual.

É tão forte a nível sensitivo, que até me ficou a parecer depois te o ter lido, que o meu próprio quarto cheirava a merda!!
E também já começo a ficar curioso acerca da identidade deste senhor, que se BORRA como gente GRANDE.
(e agora que teve esta confissão tão "visceral", duvido que alguma vez nos presenteie com a honra de conhecer a sua verdadeira identidade...)

Robene disse...

Ó Garcia, epá, eu estou a modos que...enjoado! A minha solidariedade para com a tua borra. E sim, agora estou mesmo curioso...Quem és tu, caralho?

Anónimo disse...

esta foi literalmente" de cagar a rir". bolas, parti-me a rir no trabalho e não podia exactamente contar às colegas sobre o que havia lido... às lágrimas abundavam em meus olhos, estava, a bem dizer, quase histriónica!!!!!!!!!!mt bom,mm mt bom. m como não sou diferente, tb eu começo a ficar verdadeiramente curiosa sobre a identidade do companheiro. beber minis em cada do ruben?anda no 6º ano de farmácia?
seja quem for, tens histórias de MERDA:):):)
JI, silvia
(sublinho o que o róbene uma vez disse, começa já um blog teu!)

Robene disse...

Hummmmmm...Filipe.És tu Filipe?

pati disse...

Ui,ui,ui...q plágio...ou entao temos o "Luiz Fernando Veríssimo " a visitar o blog... ;P eheheh
By the way, inventar coisas como "6o ano da ffuc" blá,blá, é prodigioso mas ñ convence (até pq um farmacêutico nunca faria post a favor dos descontos no ordenado da propria classe;))
...é melhor ficar-me por aqui... ;D

Robene disse...

Ó sôr Garcia...plágio?!?!?! Tss...tss...

Trindade disse...

Adoro posts em que apenas tenho que rir, e comentar zero. Abraço!

Anónimo disse...

eu só vinha aqui comentar o facto do Robene ter posto asteriscos no post para nao dizer um palavrao (que diz pelo menos 3 vezes por post)... fiquei sensibilizada, mesmooo!!

mas pronto, esqueçam isto e continuem aí a debater a vossa merd.. perdão m****!!!

Robene disse...

Bem visto...Na verdade, MUITO BEM VISTO! Porque caralho meti eu um asterisco na palavra foder? Alego insanidade temporária!