quarta-feira, abril 19, 2006

Segurança Rodoviária

Morreu no outro dia o Dino dos Morangos com açúcar. Milhares de adolescentes por todo o país estão já a tentar cometer suicido cortando os pulsos com as gilletes que usam para rapar a sovaqueira. Por outro lado, um recente estudo indica que o QI médio em Portugal aumentou em 8% desde o sucedido. Calcula-se que se todo o elenco dos Morangos com açúcar desaparecer da face da Terra, Portugal pode passar a ser uma super potência mundial.

No entanto na TVI, as coisas não estão fáceis. Como fazer para substituir o Dino? Segundo a minha fonte colocada bem no interior da boca da Manuela Moura Guedes, várias hipóteses estão já a ser colocadas:
1: Substituir o Dino por um cogumelo que fala. Poucas pessoas notarão a diferença. No entanto os responsáveis estão algo cépticos quanto a esta hipótese, visto ‘elevar demasiado o nível cultural da novela’.

2. Matar a personagem do Dino. A TVI pode até aproveitar, e já que tem os direitos de imagem, filmar o funeral. Seria a primeira vez que se veria os actores(?) da novela a realmente demonstrarem alguma emoção.

3.Aproveitar e iniciar uma campanha de segurança rodoviária. Num gesto de solidariedade, todos os actores aceitariam ser ‘crash test dummies’, para as principais marcas automóveis. Depois apareceriam (os que sobrevivessem), em anúncios de prevenção rodoviária, ao som do ‘wise up’ da Aimee Mann, tentando fazer radicais passos de dança hip-hop.

No entanto parece que o mais provável é o actor ser substituído por uma nova personagem. José Carlos Malato já foi sondado para o papel de TóMané, um jovem de 17 anos que ganha a vida a vender coca, enquanto trabalha num lar de idosos ali para os lados da Buraca.

1 comentário:

Olh'ós Catálogos! disse...

E que tal o Dino tranformar-se numa Dina (podia ser a do «Pequei, trinquei, meti-te na cesta») ou num dinossauro? Ou num penso higiénico ou num tampão para ficar mais perto do que parecia querer?

Acho que as audiências subiriam bastante.

Hey, TVI (Televixao Vampira e Idukaxional) e argumentistas da série, a ideia é minha, mas eu sou filantropo. Portanto, usem e abusem dela, à vontade.