
A convite do meu amigo B., guia turístico e ocasionalmente dançarino de kuduro, este fim de semana rumámos ao Porto.
A ideia era passarmos a noite no Porto, em bares glamourosos e recheados de gajas semi nuas.
Infelizmente o B. tinha comprado umas sapatilhas novas (roto) que lhe custaram os olhos da cara (roto) e às quais fez alergia (roto). Sim, há pessoas que fazem alergia a sapatilhas (os rotos). Assim, em vez de passarmos a noite a lançar olhares furtivos a loiraças decotadas, passámos a noite a correr para a farmácia de serviço a comprar anti histamínicos e gaze gorda para curar as chagas dos pés do B.
Felizmente para o dia de hoje o B. tinha as coisas melhor planeadas.
E eis-nos que passámos o dia inteiro a passear pelo Porto...de Segway!
Isso mesmo.
Segway.
A minha mãe pensava que Segway era uma bicicleta para deficientes. Por isso têm uma foto escarrapachada do dito dispositivo, para não haver confusões.
No ínicio parecíamos todos efectivamente uns deficientes, a tentar ganhar equilíbrio no dito cujo sem partirmos os dentes da frente.
Mas passados 10 minutos era ver-nos a acelerar Porto fora, cabelos ao vento, brisa na cara, crianças aos berros depois de lhes ter passado com o Segway por cima das perninhas.
Já agora e apenas a título de curiosidade (eheheh),o nome da empresa pioneira que introduziu este passeio de Segway pelo Porto é a Blue Dragon.
Juntem um grupo de dez pessoas e vão dar um passeio. Não se esqueçam é de dizer que vão da parte do Robene. E de preferência escolham o guia turístico que tem os pés ligados e usa umas sapatilhas Meireles ou coisa que o valha. Ouvi dizer que é o melhor.

