Lo dia porque tanto temia ha llegado.
Manana voy a passar 4 dias em Madrid com un amigo.
Mi espanol es perfecto. Planejo conocer muchas chicas e beber mucha cerveza.
Estoy tambiém treinando la frase «Onde fica a casa de banho?» em español (donde está lá toilette?).
E vou a googlar preservativo em español!
Tchau tios, até daqui a 4 dias!
domingo, março 21, 2010
sábado, março 13, 2010
Dr
Estou a ter um ataque de pânico.
Amanhã vou fazer uma pequena apresentação sobre a minha tese de doutoramento no centro de investigação do qual sou membro.
Hoje mesmo passei o dia a ouvir os resumos das teses dos outros doutorandos. Juro por Deus que não percebi pelo menos 95% delas. Porque é que as pessoas insistem em usar palavras como imagética, idiossincracia, pictórica? Fui já comprar o meu dicionário de bolso da Porto Editora.
Achei por isso melhor fazer um «upgrade» da verborreia que amanhã vou cuspir. Não quero que alguém consiga entender o que vou fazer do meu doutoramento. Quero que as pessoas saiam de lá a pensar que eu falo extraordinariamente bem, embora não saibam exactamente sobre o quê.
Outras problemáticas me assolam o espírito: A apresentação é depois do almoço...Terei os dentes limpos? Pelo sim pelo não, não vou comer alface. Será que ir de sapatilhas me dará um ar de jovem investigador fashion ou pelo contrário de drogado que não sabe empregar palavras caras em apresentações? Será que devia ter feito o Powerpoint com letras em cor de laranja? Será que alguém vai topar que o máximo que ainda fiz foi pesquisar artigos na Net enquanto via episódios de Family Guy online?
Caríssimos, amanhã é o dia D. D de dúvidas.
Amanhã vou fazer uma pequena apresentação sobre a minha tese de doutoramento no centro de investigação do qual sou membro.
Hoje mesmo passei o dia a ouvir os resumos das teses dos outros doutorandos. Juro por Deus que não percebi pelo menos 95% delas. Porque é que as pessoas insistem em usar palavras como imagética, idiossincracia, pictórica? Fui já comprar o meu dicionário de bolso da Porto Editora.
Achei por isso melhor fazer um «upgrade» da verborreia que amanhã vou cuspir. Não quero que alguém consiga entender o que vou fazer do meu doutoramento. Quero que as pessoas saiam de lá a pensar que eu falo extraordinariamente bem, embora não saibam exactamente sobre o quê.
Outras problemáticas me assolam o espírito: A apresentação é depois do almoço...Terei os dentes limpos? Pelo sim pelo não, não vou comer alface. Será que ir de sapatilhas me dará um ar de jovem investigador fashion ou pelo contrário de drogado que não sabe empregar palavras caras em apresentações? Será que devia ter feito o Powerpoint com letras em cor de laranja? Será que alguém vai topar que o máximo que ainda fiz foi pesquisar artigos na Net enquanto via episódios de Family Guy online?
Caríssimos, amanhã é o dia D. D de dúvidas.
sexta-feira, março 12, 2010
Sport Zone, o desporto do futuro
Roubaram-me os calções de banho nos balneários da natação.
Isso mesmo. Enquanto esfregava alegremente o rabo alguém punha as manápulas nos meus lindos calções azul-petróleo.
Um conselho a esse ladrão-fetichista: lava bem o raio dos calções, que me andam a aparecer pintas esquisitas em zonas delicadas.
Adiante...
Tive de ir à Sport Zone adquirir outros calções.
Não tenho boas recordações da Sport Zone. Da última vez que lá fui o alarme de incêndio disparou, e enquanto toda a gente berrava e se atropelava (incluindo eu), os funcionários riam-se muito e apontavam para os pobres infelizes prestes a morrer de inalação de fumo . Acho que não havia nenhum incêndio na verdade, mas só parei de correr já estava a chegar a Santo António dos Olivais. Tenho horror a morrer queimado.
Lá chego eu, secção de Natação. Parece que não há muito homem adulto a praticar natação, porque só consegui encontrar calções para miúdos dos 7-10 anos. Por muito me me tentasse encolher havia sempre um tomate malandro que saía pelos lados.
Decidi pedir ajuda...
Robene: Precisava de ajuda...
Funcionário: NÃO É A MINHA SECÇÃO!!!!
Pergunto a mais dois empregados, que me respondem quase a gritar que não é a secção deles, e que além disso o meu tamanho deve estar algures por lá, eu é que não devo andar a ver bem. Um deles parece-me que disse mesmo: «Ó vesgueta, troca mas é as lentes.»
Na verdade ir às compras à Sport Zone é por si só um desporto, uma vez que passei o resto do tempo a vasculhar uma pilha de calções do tamanho da Serra da Estrela e saí de lá exausto (e sem calções, embora tenha encontrado uma sunga que remotamente me cobria a tomatada).
Amanhã vou à Decathlon.
Isso mesmo. Enquanto esfregava alegremente o rabo alguém punha as manápulas nos meus lindos calções azul-petróleo.
Um conselho a esse ladrão-fetichista: lava bem o raio dos calções, que me andam a aparecer pintas esquisitas em zonas delicadas.
Adiante...
Tive de ir à Sport Zone adquirir outros calções.
Não tenho boas recordações da Sport Zone. Da última vez que lá fui o alarme de incêndio disparou, e enquanto toda a gente berrava e se atropelava (incluindo eu), os funcionários riam-se muito e apontavam para os pobres infelizes prestes a morrer de inalação de fumo . Acho que não havia nenhum incêndio na verdade, mas só parei de correr já estava a chegar a Santo António dos Olivais. Tenho horror a morrer queimado.
Lá chego eu, secção de Natação. Parece que não há muito homem adulto a praticar natação, porque só consegui encontrar calções para miúdos dos 7-10 anos. Por muito me me tentasse encolher havia sempre um tomate malandro que saía pelos lados.
Decidi pedir ajuda...
Robene: Precisava de ajuda...
Funcionário: NÃO É A MINHA SECÇÃO!!!!
Pergunto a mais dois empregados, que me respondem quase a gritar que não é a secção deles, e que além disso o meu tamanho deve estar algures por lá, eu é que não devo andar a ver bem. Um deles parece-me que disse mesmo: «Ó vesgueta, troca mas é as lentes.»
Na verdade ir às compras à Sport Zone é por si só um desporto, uma vez que passei o resto do tempo a vasculhar uma pilha de calções do tamanho da Serra da Estrela e saí de lá exausto (e sem calções, embora tenha encontrado uma sunga que remotamente me cobria a tomatada).
Amanhã vou à Decathlon.
sexta-feira, março 05, 2010
A origem das espécies
(Biologia animal)
Quando andava na faculdade trabalhámos em algumas aulas com uns ratos chiques. Eram tão chiques que além de brancos nem se chamavam ratos. Chamavam-se murganhos. Além do nome impronunciável, os murganhos comiam sem parar se tivessem sempre comida disponível. Só faziam bem, porque o destino era invariavelmente serem objecto de experiências na generalidade mal sucedidas por alunos do segundo ano que ainda fediam a álcool da noite passada.
(Biologia Humana)
Lembrei-me disto porque no sábado passado fui com 4 amigos ao rodízio. O Rodízio é o sítio ideal para se provar a virilidade. A quantidade de comida que um macho humano consegue comer é obviamente equivalente ao tamanho da respectiva pila. Por isso, eu fui de longe o que comi mais. Aliás, quando saí de lá, nem conseguia andar pelo próprio pé. Tinha os botões das calças desapertadas, e um bocado de banana frita a tocar-me a amígdala. Arrotava a picanha que doía.
A conversa rondou o esperado. Assim ficámos a saber que:
a) A Ruth Marlene mostrou os atributos na Playboy por 850 euros.
b) Toda a gente concorda que até a pachacha da Ruth Marlene, lugar solitário e com infiltrações merece uns tostõezitos a mais que isso.
c) Demasiada carne provoca flatulência. Surge a ideia de inventar um dispositivo, tipo tampão, que se insere analmente absorvendo os odores nefastos do metano e soltando leves puffs a cheirar a frutos do bosque. Esta invenção será conhecida como PeidFree, ou PeidiLax e far-nos-á ,no espaço de dois meses, absolutos milionários. Resta saber quem é o público alvo.
d) O Benfica ganhou.
e) Há mais casas de putas em Coimbra do que aquelas que eu conheço.
Quando andava na faculdade trabalhámos em algumas aulas com uns ratos chiques. Eram tão chiques que além de brancos nem se chamavam ratos. Chamavam-se murganhos. Além do nome impronunciável, os murganhos comiam sem parar se tivessem sempre comida disponível. Só faziam bem, porque o destino era invariavelmente serem objecto de experiências na generalidade mal sucedidas por alunos do segundo ano que ainda fediam a álcool da noite passada.
(Biologia Humana)
Lembrei-me disto porque no sábado passado fui com 4 amigos ao rodízio. O Rodízio é o sítio ideal para se provar a virilidade. A quantidade de comida que um macho humano consegue comer é obviamente equivalente ao tamanho da respectiva pila. Por isso, eu fui de longe o que comi mais. Aliás, quando saí de lá, nem conseguia andar pelo próprio pé. Tinha os botões das calças desapertadas, e um bocado de banana frita a tocar-me a amígdala. Arrotava a picanha que doía.
A conversa rondou o esperado. Assim ficámos a saber que:
a) A Ruth Marlene mostrou os atributos na Playboy por 850 euros.
b) Toda a gente concorda que até a pachacha da Ruth Marlene, lugar solitário e com infiltrações merece uns tostõezitos a mais que isso.
c) Demasiada carne provoca flatulência. Surge a ideia de inventar um dispositivo, tipo tampão, que se insere analmente absorvendo os odores nefastos do metano e soltando leves puffs a cheirar a frutos do bosque. Esta invenção será conhecida como PeidFree, ou PeidiLax e far-nos-á ,no espaço de dois meses, absolutos milionários. Resta saber quem é o público alvo.
d) O Benfica ganhou.
e) Há mais casas de putas em Coimbra do que aquelas que eu conheço.
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
A verdade da mentira
As melhores mentiras da minha vida:
#1. Não Mãe, eu não estou a fumar. Estou a segurar este cigarro enquanto o meu amigo foi mijar.
#2. Não, herpes genital não passa para a boca.
#3. Vou criar esse filho contigo, não te preocupes.
#4. Por favor senhor Polícia, eu só ia a esta velocidade porque a minha mãe está no hospital a dar o último suspiro.
#5. Nunca vi essa mulher na minha vida. Eu tenho é uma cara comum.
#6. Não tenho nada a ver com esse cheiro.
#7. Sim, estes cremes fazem mesmo efeito. A minha mãe usa e toda a gente pensa que é minha irmã.
#8. Gostei imenso do Lost in Translation. É um filme que nos faz pensar.
#9. Sim, já ouvi essa banda. Gosto da número 5, não me perguntes o nome que eu não sei.
#10. Isto aqui de lado? É massa muscular.
#1. Não Mãe, eu não estou a fumar. Estou a segurar este cigarro enquanto o meu amigo foi mijar.
#2. Não, herpes genital não passa para a boca.
#3. Vou criar esse filho contigo, não te preocupes.
#4. Por favor senhor Polícia, eu só ia a esta velocidade porque a minha mãe está no hospital a dar o último suspiro.
#5. Nunca vi essa mulher na minha vida. Eu tenho é uma cara comum.
#6. Não tenho nada a ver com esse cheiro.
#7. Sim, estes cremes fazem mesmo efeito. A minha mãe usa e toda a gente pensa que é minha irmã.
#8. Gostei imenso do Lost in Translation. É um filme que nos faz pensar.
#9. Sim, já ouvi essa banda. Gosto da número 5, não me perguntes o nome que eu não sei.
#10. Isto aqui de lado? É massa muscular.
Cotovias, Corujas e Morcegos
Hoje foi a formação de Gestão de Tempo.
Há conceitos interessantíssimos por detrás da gestão de tempo. Parece que se falou deles algures entre as 9 e as 11 horas, enquanto eu tentava bocejar o mais disfarçadamente possível e estabelecia eye contact com uma farmacêutica.
O ponto a reter desta formação foi a categorização das nossas curvas de energia.
Aparentemente as pessoas dividem-se em nocturnas, as corujas, ou matinais, as cotovias.
Uma cotovia gosta de acordar cedo, trabalha bem de manhã e pior à tarde. Uma Coruja detesta acordar antes das 10 horas, e só trabalha bem de tarde. Reparem que eu não me incluo em nenhuma destas categorias. Cotovia é que eu não sou, acordar às 7 da matina é para mim o equivalente a enfiarem-me agulhas pelas unhas. Mesmo acordando às 10 horas, eu estou ainda a meio gás, e sou bem capaz de lançar umas caralhadas a algum utente que me resolva importunar com a sua insignificante dor de garganta.
Eu proponho portanto uma nova categoria por forma a me incluir.
Assim, eu vou revolucionar toda a psicologia e sociologia. O xarope para a tosse afirma-se cada vez mais como uma fonte de informação para jovens investigadores das áreas psicossociais.
A nova categoria é intítulada de Morcegos.
Os Morcegos são pessoas que adoram acordar às 2 da tarde. Estão no seu pleno de energia lá pelas 18 horas, e voltam a ter novo pico de energia às 3 da manhã.Estão concentrados em profissões como prostitutas de Rua, strippers, e homens do lixo. Ocasionalmente um ou outro farmacêutico.
Eu de longe incluo-me nesta categoria. Reparem, às 3 da manhã eu estou com a pica toda, mas como não está nada de produtivo aberto, tenho de ir gastar toda a minha energia em discotecas manhosas e casas de meninas. Depois, claro que não sou produtivo durante o dia.
Mas a culpa não é minha. É da Biologia.
Há conceitos interessantíssimos por detrás da gestão de tempo. Parece que se falou deles algures entre as 9 e as 11 horas, enquanto eu tentava bocejar o mais disfarçadamente possível e estabelecia eye contact com uma farmacêutica.
O ponto a reter desta formação foi a categorização das nossas curvas de energia.
Aparentemente as pessoas dividem-se em nocturnas, as corujas, ou matinais, as cotovias.
Uma cotovia gosta de acordar cedo, trabalha bem de manhã e pior à tarde. Uma Coruja detesta acordar antes das 10 horas, e só trabalha bem de tarde. Reparem que eu não me incluo em nenhuma destas categorias. Cotovia é que eu não sou, acordar às 7 da matina é para mim o equivalente a enfiarem-me agulhas pelas unhas. Mesmo acordando às 10 horas, eu estou ainda a meio gás, e sou bem capaz de lançar umas caralhadas a algum utente que me resolva importunar com a sua insignificante dor de garganta.
Eu proponho portanto uma nova categoria por forma a me incluir.
Assim, eu vou revolucionar toda a psicologia e sociologia. O xarope para a tosse afirma-se cada vez mais como uma fonte de informação para jovens investigadores das áreas psicossociais.
A nova categoria é intítulada de Morcegos.
Os Morcegos são pessoas que adoram acordar às 2 da tarde. Estão no seu pleno de energia lá pelas 18 horas, e voltam a ter novo pico de energia às 3 da manhã.Estão concentrados em profissões como prostitutas de Rua, strippers, e homens do lixo. Ocasionalmente um ou outro farmacêutico.
Eu de longe incluo-me nesta categoria. Reparem, às 3 da manhã eu estou com a pica toda, mas como não está nada de produtivo aberto, tenho de ir gastar toda a minha energia em discotecas manhosas e casas de meninas. Depois, claro que não sou produtivo durante o dia.
Mas a culpa não é minha. É da Biologia.
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Fui só eu...
...e as 500 pessoas a quem enviei imediatamente mensagem, ou mais alguém reparou que a Carolina dos Ídolos comentou no meu blog?
Vá invejosos, fiquem descansados, que eu dou o meu carinho e apreço a TODOS os comentários do blog.
Especialmente se forem gajas giras. E famosas.
Vá invejosos, fiquem descansados, que eu dou o meu carinho e apreço a TODOS os comentários do blog.
Especialmente se forem gajas giras. E famosas.
O Conflito
Tive hoje uma formação. O tema era sobejamente interessante, mas ainda que não o fosse sempre é um dia sem trabalhar e com coffee breaks com bolos e café à borla.
O tema era gestão de conflitos.
E lá estava a psicóloga com a sua turma de farmacêuticos ávida de saber como resolver os conflitos. Particularmente eu estava interessado em saber como resolver um conflito antigo, o de ganhar mais, fazendo menos horas. Mas ainda não foi desta que descobri como.
Saímos de lá sabendo a definição teórica de conflito, as fases do conflito, os modelos de conflitos, os tipos de conflito, tudo e mais alguma coisa...menos resolver o conflito.
A não ser que para resolver conflitos consigamos chatear a outra pessoa de morte com definições e textos de 25 páginas sobre a teoria por detrás do conflito. E eu já devo ter escrito conflito umas 25 vezes neste texto.
Vou mas é dormir, que amanhã o tema é gestão de tempo.
O tema era gestão de conflitos.
E lá estava a psicóloga com a sua turma de farmacêuticos ávida de saber como resolver os conflitos. Particularmente eu estava interessado em saber como resolver um conflito antigo, o de ganhar mais, fazendo menos horas. Mas ainda não foi desta que descobri como.
Saímos de lá sabendo a definição teórica de conflito, as fases do conflito, os modelos de conflitos, os tipos de conflito, tudo e mais alguma coisa...menos resolver o conflito.
A não ser que para resolver conflitos consigamos chatear a outra pessoa de morte com definições e textos de 25 páginas sobre a teoria por detrás do conflito. E eu já devo ter escrito conflito umas 25 vezes neste texto.
Vou mas é dormir, que amanhã o tema é gestão de tempo.
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Um dia no casino. Ou dois.
Mas o que deu na cabeça destas pessoas, supostos amigos, de me levarem para um casino?
Meu Deus, as luzes. Os neons a entoarem cânticos demoníacos difíceis de fugir «Vem Robene, penetra-me com a tua nota de 10 euros».
E eu penetrei. 30 euros.
A meio da noite dou por mim numa máquina qualquer, com um gajo que não conheço de lado nenhum, a apostarmos a meias. Às tantas estávamos a ganhar 200 euros cada um. Passados 5 minutos perdemos tudo.
Escusado será dizer que no dia seguinte tava lá batido outra vez.
Meu Deus, as luzes. Os neons a entoarem cânticos demoníacos difíceis de fugir «Vem Robene, penetra-me com a tua nota de 10 euros».
E eu penetrei. 30 euros.
A meio da noite dou por mim numa máquina qualquer, com um gajo que não conheço de lado nenhum, a apostarmos a meias. Às tantas estávamos a ganhar 200 euros cada um. Passados 5 minutos perdemos tudo.
Escusado será dizer que no dia seguinte tava lá batido outra vez.
sábado, fevereiro 06, 2010
Ligações para mp3 nos Yaris já!
Saiu a notícia nos jornais a semana passada.
Quase todos os Toyotas do mundo têem um problema qualquer no pedal de aceleração. Ao que parece o pedal encrava e o carro não pára de acelerar.
O meu coração palpita pelo meu Yarizinho. Já em Setembro passado o raio do carro foi recolhido pois ao que parece tinha uma válvula qualquer defeituosa que em caso de acidente podia-me explodir com o carro.
Sou quase um fanático islâmico, com a diferença que em vez de ter dinamite presa ao corpo, conduzo um Toyota.
Amaldiçoo o hora em que comprei o Yaris. Eu bem que queria o Mini, mas os meus pais insistiram que o meu tio teve um Mini que capotou numa rotunda. O facto de ir a 220Km/hr não parece ter tido nada a ver com o acidente.
Eis que ontem saio da farmácia e vou contente e feliz para o meu Yarizinho. E o carro não arranca. Não arranca, não abre as portas, não emite sequer um barulho de dor.
Apetece-me fazer um Harakiri ao caralho dos japongas que me fizeram o carro.
Não basta ter válvulas defeituosas, pedais que trancam, agora também não arranca.
Imediatamente telefono aos meus pais, à assistência em viagem, ao mecânico, à Salvador Caetano Portugal e a dois ou três amigos.
Vocifero palavrões, imploro por um Mini de substituição, mando muita gente à merda, tudo isto enquanto dou pontapés no chassis azul cueca do carro.
O problema com o carro? Estava sem bateria.
Importa agora esclarecer uma coisa. O meu Yaris não têm ligação para o MP3 (é só desvantagens, aposto que o Mini tem). Pessoa moderna que sou, não vivo sem o meu sonzinho. Por isso conduzo sempre com phones.
E foi por isso que ontem quando saí do carro, phones nos ouvidos, não reparei no som de aviso de luzes ligadas.
E durante 8 horas, os médias ficaram acesos.
Quase todos os Toyotas do mundo têem um problema qualquer no pedal de aceleração. Ao que parece o pedal encrava e o carro não pára de acelerar.
O meu coração palpita pelo meu Yarizinho. Já em Setembro passado o raio do carro foi recolhido pois ao que parece tinha uma válvula qualquer defeituosa que em caso de acidente podia-me explodir com o carro.
Sou quase um fanático islâmico, com a diferença que em vez de ter dinamite presa ao corpo, conduzo um Toyota.
Amaldiçoo o hora em que comprei o Yaris. Eu bem que queria o Mini, mas os meus pais insistiram que o meu tio teve um Mini que capotou numa rotunda. O facto de ir a 220Km/hr não parece ter tido nada a ver com o acidente.
Eis que ontem saio da farmácia e vou contente e feliz para o meu Yarizinho. E o carro não arranca. Não arranca, não abre as portas, não emite sequer um barulho de dor.
Apetece-me fazer um Harakiri ao caralho dos japongas que me fizeram o carro.
Não basta ter válvulas defeituosas, pedais que trancam, agora também não arranca.
Imediatamente telefono aos meus pais, à assistência em viagem, ao mecânico, à Salvador Caetano Portugal e a dois ou três amigos.
Vocifero palavrões, imploro por um Mini de substituição, mando muita gente à merda, tudo isto enquanto dou pontapés no chassis azul cueca do carro.
O problema com o carro? Estava sem bateria.
Importa agora esclarecer uma coisa. O meu Yaris não têm ligação para o MP3 (é só desvantagens, aposto que o Mini tem). Pessoa moderna que sou, não vivo sem o meu sonzinho. Por isso conduzo sempre com phones.
E foi por isso que ontem quando saí do carro, phones nos ouvidos, não reparei no som de aviso de luzes ligadas.
E durante 8 horas, os médias ficaram acesos.
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
27
Uma morte.
Um nascimento.
Onde é que pararam os últimos dez anos?
Ah pois...tenho de deixar de beber...
Um nascimento.
Onde é que pararam os últimos dez anos?
Ah pois...tenho de deixar de beber...
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Boa Noite. Vemo-nos um dia destes.
Não tenho nenhuma fotografia contigo.
Mas tenho memórias. Muitas.
De como ia sempre levar o sapatinho a tua casa na véspera de Natal para mo encheres de chocolates.
Das histórias que me contavas na lareira da tua casa.
De me levares para o campo e me ensinares as plantas.
Das vindimas e de engarrafar o vinho tinto contigo.
Da honestidade, calma e carácter que tinhas.
De seres um apaziguador.
Um homem como nunca conheci.
Dorme bem, Avô.
Vou ter muitas saudades tuas.
Mas tenho memórias. Muitas.
De como ia sempre levar o sapatinho a tua casa na véspera de Natal para mo encheres de chocolates.
Das histórias que me contavas na lareira da tua casa.
De me levares para o campo e me ensinares as plantas.
Das vindimas e de engarrafar o vinho tinto contigo.
Da honestidade, calma e carácter que tinhas.
De seres um apaziguador.
Um homem como nunca conheci.
Dorme bem, Avô.
Vou ter muitas saudades tuas.
Contra
Ídolos parte 3
Alguém me explica porque raio o Ídolos tem dois apresentadores?
O Manzarra até se safa, mas quem é a outra prenha que ocasionalmente balbucia duas palavras para se engasgar?
Metam mas é a Carolina já na SIC generalista que aquela gaja vai longe. Eu por mim já conheci o irmão de um amigo, que por sua vez tem uma prima que a conhece. Daqui a duas semanas, preparem-se para a capa da TvMais: «Carolina apresenta o seu novo namorado: Robene»
O Manzarra até se safa, mas quem é a outra prenha que ocasionalmente balbucia duas palavras para se engasgar?
Metam mas é a Carolina já na SIC generalista que aquela gaja vai longe. Eu por mim já conheci o irmão de um amigo, que por sua vez tem uma prima que a conhece. Daqui a duas semanas, preparem-se para a capa da TvMais: «Carolina apresenta o seu novo namorado: Robene»
Medicina para todas.
Fui no outro dia à minha primeira consulta de medicina no trabalho.
Antes de mim vão as minhas formosas colegas de trabalho. Saem de lá todas contentes a dizer maravilhas do médico: fez-lhes electrocardiogramas (inclui tirar a blusa), amostras de urina (inclui levantar a saia e mijar para um copo), mediu-lhes a glicose e o colesterol.
«Óptimo» -penso eu- «vou sair daqui com o exame completo.»
Entro.
O médico nem levanta os olhos dos apontamentos.
Começo a desfiar o meu rol de calvários, que vão desde a muito publicitada pedra nos rins que tive há 8 anos, a palpitações, caspa, calos nos pés, dores nas costas e frieiras nos dedos.
O médico diz: «Reparo que é míope.»
Eu digo: «Não, só uso estes óculos para o estilo.»
E rio-me. Sozinho.
Entretanto o médico faz-me um exame rídiculo que consiste em mim a tapar um olho e ler à vez títulos da capa da TV7dias que o médico segura a um metro de mim.
E pronto. Foi isto.
As minhas colegas deviam processá-lo por assédio sexual.
Eu estou mesmo a ver amanhã a dar-me a sulipampa e a processar o raio do incompetente que me atendeu na medicina do trabalho.
Antes de mim vão as minhas formosas colegas de trabalho. Saem de lá todas contentes a dizer maravilhas do médico: fez-lhes electrocardiogramas (inclui tirar a blusa), amostras de urina (inclui levantar a saia e mijar para um copo), mediu-lhes a glicose e o colesterol.
«Óptimo» -penso eu- «vou sair daqui com o exame completo.»
Entro.
O médico nem levanta os olhos dos apontamentos.
Começo a desfiar o meu rol de calvários, que vão desde a muito publicitada pedra nos rins que tive há 8 anos, a palpitações, caspa, calos nos pés, dores nas costas e frieiras nos dedos.
O médico diz: «Reparo que é míope.»
Eu digo: «Não, só uso estes óculos para o estilo.»
E rio-me. Sozinho.
Entretanto o médico faz-me um exame rídiculo que consiste em mim a tapar um olho e ler à vez títulos da capa da TV7dias que o médico segura a um metro de mim.
E pronto. Foi isto.
As minhas colegas deviam processá-lo por assédio sexual.
Eu estou mesmo a ver amanhã a dar-me a sulipampa e a processar o raio do incompetente que me atendeu na medicina do trabalho.
sexta-feira, janeiro 29, 2010
Nos últimos dez anos...
...apanhei uma pedra nos rins que me fodeu o juízo. Entrei na faculdade. Os Arcade Fire lançaram o Funeral. As Torres Gémeas caíram. O Carlos Cruz virou pedófilo. o Danny Boyle ganhou o Óscar. Perdi a virgindade. Fui de férias para a Tailândia e para a Sérvia. Fumei um charro em Amesterdão. Comecei a trabalhar. Parti o queixo numa queima das fitas. O Papa João Paulo II morreu. Li o Código da Vinci. Usei o código da Vinci como papel higiénico. Saiu um filme do Código da Vinci. O Dan Brown deve ser rico comó caralho. Comprei um Creative. Comprei um iPod. Conduzi um Ford Escort branco. Comprei um Yaris. Sócrates ganhou as eleições. Tornei-me bloquista. Comprei casa. Apanhei a minha primeira bebedeira. Apanhei a minha 2398765 bebedeira. Vi a Bjork ao vivo. Metade de Coimbra viu-me o mangalho no meu rasganço. Há quem diga que era vísivel até de Aveiro. Os Franz Ferdinand lançaram a Take me out. Os Radiohead lançaram o Kid A, o Amnesiac, o Hail to the thief e o In rainbows. Os Radiohead são a melhor banda da década...e do século. Morreu a minha avó. Há um Tsunami algures na Ásia. Caíram uns quantos aviões, mas o mais importante é que não ia em nenhum deles. A S. é hospedeira de bordo. Começo a tomar banho todos os dias. Saem para o cinema «Os sonhadores», «De tanto bater o meu coração parou», «Fala com ela», «Dogville», «Control». Sai também o Avatar, mas é em 3d e eu não consegui ver metade do filme. Há uma miúda que grava uma conversa no telemóvel da professora de história. Há uma miúda que quer o telemóvel que a professora lhe tirou. Eu por mim perdi a conta aos telemóveis que tive. Toda a gente passou a ser mais nova que eu. Perdi contacto com muitas pessoas. Ganhei contacto com outras tantas. Fui a tribunal. Há mais novelas na TVI que actores em Portugal inteiro. O Herman perdeu a piada. Os Gato Fedorento ganharam-na.
Ah...e criei um Blog.
Ah...e criei um Blog.
one week to go
Fui ontem á festa dos 27 anos do L.
Com um pedaço de bolo na boca e uma mini na mão descubro umas fotos antigas de quando era jovem.
Ali estava eu: um pedaço de homem, sem olheiras (imaginem! toda a gente soltou um berro de surpresa), ar saudável e procriador.
Aqui estou eu: tenho ataques de caspa, olhar de guaxinim atropelado e no outro dia meti o telemóvel no frigorífico e andei duas horas a tentar encontrá-lo.
E daqui a uma semana faço 27 anos.
Com um pedaço de bolo na boca e uma mini na mão descubro umas fotos antigas de quando era jovem.
Ali estava eu: um pedaço de homem, sem olheiras (imaginem! toda a gente soltou um berro de surpresa), ar saudável e procriador.
Aqui estou eu: tenho ataques de caspa, olhar de guaxinim atropelado e no outro dia meti o telemóvel no frigorífico e andei duas horas a tentar encontrá-lo.
E daqui a uma semana faço 27 anos.
IMI
Graças a uma confusão de moradas, parece que a minha isenção de IMI (um imposto qualquer de imóveis) foi com os cães.
Furioso dirijo-me às finanças.
As finanças de Coimbra ficam localizadas num insuspeito prédio com ar amoroso. Mas na cave. Sem janelas nem ventilação.
Deparo-me logo com um tira senhas digno de ser a nova aplicação da Apple. A medo tiro uma senha para o balcão A.
Reparem que eu entrei por volta das nove e meia.
Durante cerca de duas horas os funcionários mexeram em imensos papéis, andaram de um lado para o outro, teclaram bastante, carimbaram ainda mais. E atenderam duas pessoas.
Eu continuei à espera.
Quem como eu trabalha em atendimento ao público nota logo alguns traços comuns. É preciso parecer-se atarefado, ainda que na verdade estejamos a carimbar a mesa e os papéis que levamos na mão sejam para reciclar.
Finalmente é a minha vez.
Chego à conclusão que afinal até tinha sido avisado de uma irregularidade qualquer no meu processo, mas que a carta tinha ido para a morada dos meus pais.
Pais queridos que ao lerem « Pedido em vias de ser indeferido, máxima urgência em regularizar situação anómala» perceberam «Está tudo absolutamente bem. Não se preocupem. Ignorem este correio registado cheio de frases a vermelho».
Fui enrabado duplamente: Pelas finanças...e pelos meus pais.
Furioso dirijo-me às finanças.
As finanças de Coimbra ficam localizadas num insuspeito prédio com ar amoroso. Mas na cave. Sem janelas nem ventilação.
Deparo-me logo com um tira senhas digno de ser a nova aplicação da Apple. A medo tiro uma senha para o balcão A.
Reparem que eu entrei por volta das nove e meia.
Durante cerca de duas horas os funcionários mexeram em imensos papéis, andaram de um lado para o outro, teclaram bastante, carimbaram ainda mais. E atenderam duas pessoas.
Eu continuei à espera.
Quem como eu trabalha em atendimento ao público nota logo alguns traços comuns. É preciso parecer-se atarefado, ainda que na verdade estejamos a carimbar a mesa e os papéis que levamos na mão sejam para reciclar.
Finalmente é a minha vez.
Chego à conclusão que afinal até tinha sido avisado de uma irregularidade qualquer no meu processo, mas que a carta tinha ido para a morada dos meus pais.
Pais queridos que ao lerem « Pedido em vias de ser indeferido, máxima urgência em regularizar situação anómala» perceberam «Está tudo absolutamente bem. Não se preocupem. Ignorem este correio registado cheio de frases a vermelho».
Fui enrabado duplamente: Pelas finanças...e pelos meus pais.
As caras da Clara

Aí está o que todo o homem sempre sonhou...A cara da Clara Pinto Correia durante um orgasmo. E parece que ela tem muitos. Parece também que o marido, enquanto lhe dá trancada, segura uma Nikon profissional C90, um maço de cigarros para fumar imediatamente após a queca e um martini rosso para o relax pós coito.
Hum...E parece-me que a Clarinha é o que se chama de guinchadora...
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