sexta-feira, janeiro 29, 2010

IMI

Graças a uma confusão de moradas, parece que a minha isenção de IMI (um imposto qualquer de imóveis) foi com os cães.
Furioso dirijo-me às finanças.
As finanças de Coimbra ficam localizadas num insuspeito prédio com ar amoroso. Mas na cave. Sem janelas nem ventilação.
Deparo-me logo com um tira senhas digno de ser a nova aplicação da Apple. A medo tiro uma senha para o balcão A.
Reparem que eu entrei por volta das nove e meia.
Durante cerca de duas horas os funcionários mexeram em imensos papéis, andaram de um lado para o outro, teclaram bastante, carimbaram ainda mais. E atenderam duas pessoas.
Eu continuei à espera.
Quem como eu trabalha em atendimento ao público nota logo alguns traços comuns. É preciso parecer-se atarefado, ainda que na verdade estejamos a carimbar a mesa e os papéis que levamos na mão sejam para reciclar.
Finalmente é a minha vez.
Chego à conclusão que afinal até tinha sido avisado de uma irregularidade qualquer no meu processo, mas que a carta tinha ido para a morada dos meus pais.
Pais queridos que ao lerem « Pedido em vias de ser indeferido, máxima urgência em regularizar situação anómala» perceberam «Está tudo absolutamente bem. Não se preocupem. Ignorem este correio registado cheio de frases a vermelho».

Fui enrabado duplamente: Pelas finanças...e pelos meus pais.

As caras da Clara



Aí está o que todo o homem sempre sonhou...A cara da Clara Pinto Correia durante um orgasmo. E parece que ela tem muitos. Parece também que o marido, enquanto lhe dá trancada, segura uma Nikon profissional C90, um maço de cigarros para fumar imediatamente após a queca e um martini rosso para o relax pós coito.
Hum...E parece-me que a Clarinha é o que se chama de guinchadora...

Avatar

É só de mim que sou assim pró gravemente míope, ou mais alguém demorou cerca de duas horas a conseguir focar o 3d do Avatar?
Gente maravilhada a ver a chuvinha de sementes lá da árvore da Vida e eu a tentar focar o caralho das legendas...

terça-feira, janeiro 12, 2010

Adeus Carolina...

Quando eu decido fazer uma pausa no blog acontecem sempre coisas importantes...
Da outra vez morreu o Michael Jackson. Desta vez saiu a Carolina dos Ídolos.
Não podia ter dado um ataquezito cardíaco à Madonna ou assim?

sábado, dezembro 26, 2009

Natal na Moviflor

Ah noite de Natal...Família toda junta, bacalhau na mesa, presentes na árvore...Esperem, presentes na árvore?

(Flashback, 5 dias antes...)

Robene e irmã na Moviflor. Depois de escolher uma estante e uma mesa, presentes que obviamente não cabem debaixo da árvore de Natal, os dois manos encetam a difícil tarefa de encontrar algum funcionário na Moviflor. Ao longe avistamos uma farda verde. Corremos os dois para o funcionário.
Robene (sem fôlego): Eu...quero...aquela...estante....
Funcionária Moviflor: Não é comigo.
E vai-se embora.
3 horas depois conseguimos avistar outro funcionário. Preparo as matracas para o imobilizar, não vá o sacana fugir.
Robene: EU QUERO UMA ESTANTE!!!
Funcionário (ar de tédio): Sim, pois...(olha para as unhas)...Vamos ali fazer a nota de encomenda.
Robene: Há outras cores além de preto?
Funcionário (rebolando os olhos): Há em Wengue.
Robene: Que raio de cor é essa?
Funcionário (visivelmente enfurecido pela minha ignorância): É PRETO. COM CASTANHO!
Robene (borrando as calças): Pronto, pronto, desculpe.
Funcionário: A entrega será dia 31.
Robene: Pode ser de manhã?
Funcionário: Ai isso eu não sei, não é? Podem acontecer imprevistos!(sorrisinho)
Robene (claramente entendendo a ameaça de morte): Pronto, não faz mal! Deixe lá. Eu quero é ir-me embora daqui!...Olhe já agora aqueles tapetes...
Funcionário: Tapetes não é comigo. Tem de procurar o meu colega.

Procurar colega? O caralho! Fui-me mas é embora, e só sorrisos para o funcionário, não vá a minha estante ser entregue pelo Freddy Krueger.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Fan fan fan fan fan fan fan

Fui já carregar o telemóvel.
Hoje a gaja dos Ídolos vai cantar Psycho Killer dos Talking Heads.
Estou apaixonado.

sábado, dezembro 19, 2009

Mon Chéri para todos

As compras de Natal são sempre uma chatice.
Compra-se para mãe, para o pai, para a irmã. E para a prima? E os avós? E a prostituta brasileira por quem me afeiçoei?
Estes pertencem ao grupo de pessoas de quem até gostamos, mas na verdade não nos apetece muito gastar dinheiro a comprar prendinhas de Natal. E chega a solução óbvia: comprar Mon Chéri.
Nunca conheci ninguém em toda a minha vida que gostasse de Mon Chéri. No entanto parece ser um sucesso de vendas. É mais barato que todos os outros chocolates e tem um nome francês, pelo que parece que até estamos a oferecer a «haute couture» do chocolate. Na verdade estamos a dar algo que no ano seguinte será reciclado e oferecido novamente a alguém, muito provavelmente a pessoa que o ofereceu em primeiro lugar.
Oferecer Mon Chéri é como quem diz:«Lembrei-me de ti. Eras o último da lista.»
Por favor amigos, este ano ofereçam-me maços de Camel. O preço é o mesmo, e vou realmente gostar.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Ainda por cima é gira...

Foi difícil. Nunca o tinha feito. Os dedos empenaram e não queriam mexer. Estava muito nervoso. Não queria que ninguém visse. Fi-lo às escondidas, com medo de ser ridicularizado.
Mas foda-se, uma gaja a cantar o Feeling Good da Nina Simone-versão-Muse nos Ídolos merece o meu voto.

E já agora, Editors foi fixolas

Lembram-se da minha pequena aventura o ano passado a tentar sair de Lisboa depois de um concerto?
Este ano foi preciso ligar a uma amiga para me ir buscar e indicar o caminho do Campo Pequeno. E à saída, tentando encontrar a A1, acabámos em Cascais.
E não, não estava sozinho.
Se dependesse do L., estávamos em Gibraltar agora.

sexta-feira, dezembro 04, 2009

É Natal!

Iuminações de Natal ranhosas. Gente a mais nos shoppings. Jingle Bells em todo o lado. Dinheiro atirado fora a comprar perfumes que ninguém usa. Crianças a berrarem por Playstations e Wiis e Game Boys. Subsídios de Natal que se desvanecem. Anúncios a toda a hora na TV. Toneladas de chocolates e doces fritos. Missão Sorriso, a Leopoldina e a Popota que até dança Buraka Som Sistema. Jantares de Natal e amigos invísiveis. Prendas até 5 euros. Montes de cuecas e meias novas.

Bem vindos à época Natalícia.

quinta-feira, dezembro 03, 2009

The resistance

Fui ver Muse no Domingo. Não, não tinha bilhete, mas a queridíssima S., predadora sexual e ocasionalmente hospedeira de bordo arranjou-me um.
Lá fomos nós, cantando alegremente músicas de Muse pelo caminho (dos dois primeiros álbuns claro, que somos gente velha).
Apesar da S. viver na Bélgique, país super tecnológico, deparámo-nos com algumas dificuldades no concerto.
Os nosso bilhetes eram Balcão 1. Sentámo-nos no Balcão 2, seguramente a 7 quilómetros do palco.
Puxámos das lunettes, e não demos parte de fraco pelo nosso erro de gente de aldeia.
Os nossos vizinhos de balcão tentaram por diversas vezes meter conversa connosco, mas falavam uma língua estranha: português de Lisboa.

Vizinha: O meu smoothie está a incomodar-vos?
S.: O quê?
Robene: O teu quê?
Vizinha: O meu smorfe está a incomodar?
S.: Não...acho que não...o que quer que isso seja, não me está a incomodar.

Resta também dizer que em todos os balcões as pessoas estavam de pé aos pulos, excepto no nosso. Bem que queria levantar a peida e abaná-la ao som do Plugin Baby, mas com muito medo de parecer um camponês das plantações de batata decidi manter um ar atento, fumar um cigarro, a fazer de conta que estava a apreciar deveras todo o espectáculo visual, que com a minha miopia se resumiu a umas cores desfocadas lá ao fundo.
Também não ajudou o facto de ter enfardado um Big Mac em dois segundos e lá por alturas de metade do concerto me ter dado uma crise de gases fodida que quase me impediu de mexer.

Sim, em Editors vou estar na plateia.

segunda-feira, novembro 30, 2009

A saga do Crepúsculo

Numa tentativa desesperada para me manter na tona do hype, eu e uns amigos decidimos finalmente dar o braço a torcer e ver o Crepúsculo.
Torna-se difícil engatar miúdas de 15 anos, quando não se viu o raio do filme.
Assim juntámo-nos em minha casa e alugámo-lo.
Crepúsculo conta a história dramática de amor entre um vampiro e uma humana. O drama aqui é não haver sexo entre o dois, sob pena de enquanto o vampiro estar a comer a pachacha da miúda, comer também o pescoço.
Depreende-se assim que deve haver muita masturbação.
Mas isso somos só nós, que tentamos sempre analisar em demasia os filmes.
E se o Crepúsculo parece que afinal é uma saga com mais dois filmes em lista de espera, também nós tivémos a nossa própria saga com o Crepúsculo.
Ainda o genérico não tinha acabado, e duas pessoas estavam já a dormir. Eu próprio tive de mandar bofetadas a mim mesmo para me manter acordado. E por ter gasto 3,5 euros no filme.
Salva-se o facto de haver uma musiquinha de velhos no fim (a.k.a. Radiohead!), e o facto de me parecer que as olheiras estão agora na moda, muito à conta do galã principal.

Comecei já a usar lentes de contacto.

quarta-feira, novembro 25, 2009

Radiohead é pa velhos

Em conversa com um jovem de 18 anos decidi actualizar-me em relação ao que a juventude de hoje ouve.
Ipod troca com Ipod e ouço qualquer coisa do género:

Jovem Imberbe: Mas tens tanta coisa de Radiohead?

Robene: Claro! A melhor banda do mundo!

Jovem virgem: Os Radiohead são banda de velhos.

Robene (quase a ter um colapso cardíaco): Como?

Jovem prestes a ficar sem dentes: Sim...Quer dizer...Eles só tocam coisas esquisitas. Ninguém pode gostar daquilo. E o gajo tem uma voz esquisita.

Robene (aplicando técnicas de relaxamento mental): Mas e o The Bends?

Jovem ignóbil: Quem?

E enquanto temos esta conversa o jovem consegue escrever um SMS sem olhar para o telemóvel e actualizar o facebook pela PSP.

Por isso, para todos os jovens imberbes que pensam que os Radiohead são uma banda esquisita para gente esquisita (e velha, aparentemente), ouçam mas é este Fake Plastic Trees, do The bends, um dos melhores álbuns de sempre.

Olhem que eu não duro para sempre.

sábado, novembro 21, 2009

Duro de ouvido

Se faz bem a Farmácia tem.
Inspirado por este magnifíco slogan, inventado por agum génio do marketing, temos agora consultas para os velhos moucos. Isso mesmo. Todas as semanas temos um gajo que vai à farmácia medir a audição das velhadas.
«Fabuloso»-penso eu- «vou ter de deixar de gritar aos cotas o modo de tomar o Cozaar, e vou recuperar a minha voz sexy de final de dia».
Como hoje se viu, estou totalmente errado.

Velho(modo normal): Olá jovem. Vinha marcar a minha consulta dos ouvidos.
Robene: Sim, sim. Então e quarta da próxima semana parece-lhe bem?
Velho(modo normal): Sim, sim. Quarta cá estarei.
Robene: Vai ver que depois disto vai conseguir ouvir o noticiário no volume mínimo.
Velho(modo esquisito): Como? Mas eu ouço perfeitamente bem.
Robene: Não estou a perceber...
Velho(modo acabei de fugir da ala psiquiátrica): O meu problema é ouvir bem demais. Eu até ouço vozes. Às vezes o Ramalho Eanes, outras vezes o Jorge Sampaio.
Robene: Pois...não sei se lhe vão resolver esse assunto...
Velho (modo quinta dimensão): Muitas vezes ouço o meu filho desaparecido em 2001. Quer saber o que ele me diz?
Robene: Eu...não...ok....
Velho (modo pírulas): Paiiiii...ó paiiiiiiiii....

Hum...

quinta-feira, novembro 12, 2009

Entrelinhas

Vivem a vida a procurar interpretações de frases na Internet? Querem saber o segundo sentido de vários vocábulos típicos usados na língua de Camões?
Ora aí está...

Frase: Não gastes mais saldo, amanhã eu ligo-te.
Significado: Foda-se mas que chata. Vai-te mas é foder. Amanhã ligo-te mas é o caralho.

Frase: Não és tu, sou eu.
Significado: Arranjei outra.

Frase: A casa está um pouco desarrumada, não tive tempo para limpar nada.
Significado: Sou um porco do caralho, e gasto os tempos livres a cortar as unhas dos pés no lava loiças.

Frase: Hoje estou um pouco constipado. O café pode ficar para amanhã?
Significado: Estou com outra.

Frase: Sim, sim, adoro desporto. Jogo futebol com os meus amigos todas as sextas.
Significado: Corro durante 20 segundos, e depois vou jogar poker e fumar cigarros com os amigos.

Frase: Tenho um emprego estável. Ganho para as minhas coisas.
Significado: Trabalho por turnos numa fábrica da Sanitana. As minhas coisas incluem unicamente a roupa que trago vestida.

Quando eu for grande...

...quero ser o Pedro Boucherie Mendes. Ou como diria um certo amigo, o Pedro Bosch e Mendes.

Ídolos e psicotrópicos

Sei que por estas alturas andam todos a perguntarem-se mas por onde raio anda o Robene, que está tão desaparecido.
O Trindade por exemplo, ficou tão triste que acabou com o estaminé dele. A Jacaré até descobriu o meu número de telemóvel e liga-me a toda a hora.
A verdade é que as gravações do Ídolos deixam-me pouco tempo, e os intervalos que tenho são a tentar papar a Claúdia Vieira.

Ah, e pode também ter a ver com o facto de ter entrado em Doutoramento: História da ciência da Saúde: um estudo sobre a introdução de psicotrópicos em Portugal.
Interessante que chegue?

domingo, outubro 18, 2009

Fenómenos Explicáveis

Como conseguiram os U2 transformar-se de banda da segunda liga dos anos 80 em mega banda à escala planetária nos anos 2000?
A resposta é simples: A ascenção dos U2 a mega banda coincide com o fenónemo dos jogadores de futebol.
Reparem, não há um único jogador da bola que não responda à pergunta «Qual a sua banda favorita?» metendo os U2 ao barulho. Tanto faz ser o Cristiano Ronaldo que gosta de U2 e Ricky Martin como o David Beckham que gosta de U2 e Spice Girls. Referir os U2 como banda favorita dá uma espécie de credibilidade que esconde o verdadeiro guna que há nos jogadores de futebol.
Assim os U2 passaram de banda que até fazia umas musiquinhas porreiras para banda de escape de Azeiteiros.

quinta-feira, outubro 15, 2009

Autárquicas 2009

As autárquicas são umas eleições muito excitantes.
Especialmente se viverem no Ermelo em Mondim de Basto.
Não é o meu caso, para grande pena minha.
Este ano vi-me num dos maiores dilemas da minha vida.
O meu querido progenitor masculino era candidato à junta...pelo CDS-PP. A juntar à festa, basicamente toda minha família está enfiada na lista do dito partido.
Domingo sou logo bem recebido pela família:

Tio: Ai vieste votar Robene? E vais votar o quê, seu comuna de merda?
Pai: Mais valia teres ficado em casa, se vieste votar nesses comunas do caralho.
Mãe: Tens mudado os lençóis da cama, seu comuna filho da mãe?

Perante tão calorosa recepção saltam à vista dois factos:
1. A minha família tem um português exemplar.
2. Eu posso ter sido adoptado.

Feitas as contas a Família ganhou a Junta, mas perdeu a Câmara. A CDU teve 19 votos, num concelho com una dimensão razoável.

Amanhã posso acordar com uma cabeça de cavalo ao lado.

Pítiriase Capitis

Saio de casa alegre e contente. Estou vestido com a minha camisa nova, as minhas sapatilhas de marca e os meus RayBan aviador.
Lá vou eu, andar gingão.
As mulheres olham-me com desejo, os homens com inveja.
Na verdade toda a gente olha para mim, até o homem que corta a relva do jardim em frente.
Sou irresistíve, penso eu.
Chego à farmácia. As minhas colegas de trabalho olham também para mim. Mas com um olhar horrorizado.
«Mas que merda é essa que tens no cabelo?», cospem as mal educadonas.
Corro para o espelho da casa de banho.
Do meu cabelo pendem verdadeiras placas amarelo-sebosas de CASPA.
O que é que o Robene tem na cabeça? Caspa. Muita Caspa.

Lições preciosas de combate à caspa...por Robene:

#1: Compre um anticaspa potente. Linic ou head and shoulders? Isso só funciona para os cabrões do Cristiano Ronaldo e do Ricardo Pereira (que por acaso já vi ao vivo e é feio comá merda, e passou-me à frente da fila de uma discoteca em que nem consegui entrar).
Peça ao seu farmacêutico uma merda bem potente. De preferência algo sujeito a receita médica.

#2: Faça a barba.

#3: Lave o cabelo com o champô que o seu farmacêutico lhe deu. Primeiro só com uma ligeira massagem. Pelo menos três minutos. A partir do momento em que o produto lhe começa a escorrer pela cara abaixo, aprecie a sensação de picada.

#4: Deixe o produto escorrer de preferência para dentro dos olhos. Grite de dor. Sim, momentaneamente cegou por causa de um champô para a caspa.

#5: Lembra-se de ter feito a barba? Ainda bem. Neste momento o champô está a provocar-lhe aquilo que parecem queimaduras de terceiro grau na pele recém barbeada. Grite de dor. Ah, continua cego.

#6: Enxage com água abundante. Contente por ter acabado?

#7: Não seja estúpido. Isto ainda não acabou. Tem de aplicar uma segunda vez o champô. A visão ainda nebluda permite aplicar outra dose generosa no cabelo. Começa a ouvir uma efervescência. É o cabelo a dissolver-se.

#8: Está nú, molhado, cego e com sangue a escorrer do queixo. A custo sai da banheira, desorientado. Ainda antes de chegar ao espelho, escorrega e bate com a cabeça na sanita (baixinha). Rasga uma gengiva no processo.

#9: Tarefa efectuada com sucesso. Lembre-se que tudo isto deve ser repetido três vezes por semana para evitar recidivas.

Boa Sorte.