No MSN, depois da Patrícia tentar descrever a sua casa em Espanha:
'parece mesmo a tua casa no bom sentido: porquinha mas sempre acolhedora pa quem visitar.'
Pois...acho que é um elogio...
Obrigado Pat...
quinta-feira, maio 03, 2007
segunda-feira, abril 30, 2007
Quem disse que os shoppings são só para compras?
Não sei porquê, mas quando eu ia passear pelos jardins do fórum aveiro as coisas não eram assim tão animadas...
Amnesiac
Como prometido lá se dirigiu a malta para a Queima de Aveiro. Acordei no dia seguinte sem grande recordação da noite anterior. Não me parece que tivesse sido grande coisa.
Informam-me então que andei a dançar samba, aos saltos por todo o lado, com imensas conversas filosofo-copofónicas e com desaparecimentos súbitos em que ninguém sabe por onde andei.
Não é que me lembre, mas todas as pessoas com quem estive asseguram-me que me diverti imenso.
Informam-me então que andei a dançar samba, aos saltos por todo o lado, com imensas conversas filosofo-copofónicas e com desaparecimentos súbitos em que ninguém sabe por onde andei.
Não é que me lembre, mas todas as pessoas com quem estive asseguram-me que me diverti imenso.
sexta-feira, abril 27, 2007
Ponho, não ponho?
Tenho andando a pensar...Será que vale a pena referir no meu currículo a existência deste blog? Se calhar até tinha uns pontinhos extra por escrita criativa.
A arma secreta
Conseguir fazer a minha horinha diária de natação é, desde inícios de Abril, praticamente impossível. Chega o cheirinho a calor e hordes de pessoas pensam que, dando duas braçaditas, se vão ver livres dos pneus dignos do boneco da Michellin. Assim a piscina enche-se de velhos, gordos e ocasionalmente umas gajas rastafaris, daquelas que não fazem a sovaqueira como modo de fazer ver aos outros quão alternativas são.
O problema é que esta gente toda decide ir para a minha pista e estrategicamente colocar-se à minha frente ocupando todo o espaço, impedindo-me a mim de nadar o que quer que seja.
Ora, esta coisa de já se nadar há uns anos tem os seus benefícios e inconvenientes. Por um lado tenho um corpo de deus grego, daqueles que fazem as mulheres gritarem histericamente 'Quero ter os teus filhos'. Por outro lado tenho também uma micose gigante nos pés, mas uma coisa tão nojenta que ao lado dela, a cara do Freddy Krueger dava para anúncios de cremes hidratantes.
O meu esquema agora é muito simples: quando um daqueles trambolhos se prepara para começar a nadar na minha pista, eu ostensivamente levanto o pé, de modo a que a minha micose-gigante-nauseante fique bem no campo de visão dos ditos cujos. A seguir começo a tentar espremer as bolhas da micose, de preferência de modo a que algum daquele líquido viscoso amarelo lhes salte para cima.
A coisa resulta. Há já 3 semanas que tenho uma pista só para mim.
O problema é que esta gente toda decide ir para a minha pista e estrategicamente colocar-se à minha frente ocupando todo o espaço, impedindo-me a mim de nadar o que quer que seja.
Ora, esta coisa de já se nadar há uns anos tem os seus benefícios e inconvenientes. Por um lado tenho um corpo de deus grego, daqueles que fazem as mulheres gritarem histericamente 'Quero ter os teus filhos'. Por outro lado tenho também uma micose gigante nos pés, mas uma coisa tão nojenta que ao lado dela, a cara do Freddy Krueger dava para anúncios de cremes hidratantes.
O meu esquema agora é muito simples: quando um daqueles trambolhos se prepara para começar a nadar na minha pista, eu ostensivamente levanto o pé, de modo a que a minha micose-gigante-nauseante fique bem no campo de visão dos ditos cujos. A seguir começo a tentar espremer as bolhas da micose, de preferência de modo a que algum daquele líquido viscoso amarelo lhes salte para cima.
A coisa resulta. Há já 3 semanas que tenho uma pista só para mim.
quarta-feira, abril 25, 2007
A cagada
A ocasião é preparada com pompa e circunstância. Faço um café, tiro um cigarro, levo o laptop, um livro e invariavelmente o leitor de mp3. Pensarão que me preparo para ir de férias, mas não. Vou é cagar. Para mim cagar é um ritual que demora sempre pelo menos meia hora. Sou incapaz de ser como aquelas pessoas que cagam em 2 minutos. Para mim, cagar é um momento de relaxe, sem ninguém a chatear-me ou o gritar por mim. Infelizmente para mim, cagar é também imperativo. Quando chega a vontade súbita tenho de cagar...Esteja onde estiver. Infelizmente as vontades súbitas dão invariavelmente em sítios em que:
a)Não há casa de banho;
b)A casa de banho parece ter sido usado por estudantes que foram de viagem de finalistas a Lloret (vomitada, borrada nas paredes, com preservativos a entupirem a sanita e com gajas a gritarem que foram violadas só para chamarem a atenção).
Decidi portanto, para deleite de todos, partilhar as minhas melhores histórias de borras súbitas, tema que sei interessa sobremaneira a todos os leitores do meu blog:
Cagada #1, Sudoeste 2003: Acordo de rompante. Sinto o Sr. Castanho a bater desesperadamente á porta. Grito para o Luís 'VOU CAGAR' e começo a correr qual Obikwelu atrás da banana. Vôo por cima das tendas, derrubando rastafaris malcheirosos e camping gaz com trinta anos. E é então que me lembro 'Merda, esqueci-me do papel higiénico'. Volto para trás, desta vez com uma mão tentando apertar as nádegas. Quem me vê deve pensar que fui enrabado: correndo, gritando para me saírem da frente e agarrando o rabo com as mãos. Foi uma cagada monumenal, devo acrescentar.
Cagada #2, Sudoeste 2004: Antes de iniciarmos a viagem em direcção ao Alentejo, eu e o Gala decidimos ir comprar qualquer coisa ao hiper mais próximo. Ele decide-se por umas frutas e um leitinho. Eu decido-me por duas caixas de muffins e três coca-colas. Enfardo os muffins à velocidade da luz. No dia a seguir vamos buscar uns amigos à estação de comboios. Mal chego à estação dá-me a vontade súbita. Grito para o Gala 'VOU CAGAR' e corro para a casa de banho. A casa de banho é uma turca, daquelas em que só existe um buraco no chão. 'Fabuloso' penso eu. Baixo os calções e os boxers e tento cagar. Pareço um contorcionista do circo Chen, de cócoras e fazendo força suficiente para conseguir largar o cagalhão, mas não para me cagar ruidosamente (saí de lá com uns abdominais do caralho). Decido que assim não resulta e tiro mesmo as calças e os boxers, ficando quase em pelota na casa de banho da estação da Funcheira. Ponho-me mais uma vez de cócoras, fazendo pontaria ao buraco. Faço força mas não sai nada. Eu sei que ele está lá! Faço ainda mais força. Por momentos penso que me vai sair do cú o diploma do Sócrates. Mas o que sai é um enorme e roliço cagalhão que por sinal não acerta no buraco. Acho que saí de lá com menos dois quilos.
Cagada #3, Malásia 2005: Uma pessoa vai de férias e pelo menos para mim é essencial saber uma coisa: ´Há casa de banho? Onde está? É limpa? Na Malásia deixem-me que vos diga, as casas de banho são do tipo turcas (embora no hotel fossem do tipo inglês. Quem diria que haviam tantos tipos de WC's?). Estou a passear calmamente pelo centro comercial das Petronas quando me dá a vontade súbita. Grito para a minha irmã 'VOU CAGAR' e corro para a casa de banho. Estas turcas são no entanto diferentes das que conheço. Têm um chuveiro e três conchas. Leram bem, têm três conchas. Até hoje acordo à noite inquietado a pensar para que servirão as três conchas. Decoração? Limpeza extra?
De qualquer modo não me chego nem perto das ditas conchas. Começo a operação cagada. Estas turcas são mais cómodas, e muito mais limpas. Tenho até uma espécie de momento Zen, cagando alegremente ao ritmo da música de centro comercial que passa na casa de banho. Apercebo-me então que não tenho papel. Ora vejamos: se estivesse em Portugal, gritava por socorro para as pessoas que eventualmente estivessem cá fora. Mas eu estou na Malásia. Felizmente encontro um mini-lenço-meio-ranhoso no meu bolso de trás que habilmente serve para o que quero. Saio ainda a pensar na merda das conchas.
No próximo post questões importantes relativamente às cagadas: Como fugir com o cu aos salpicos e maneiras de disfarçar o cheiro de diarreias explosivas.
(PS: Será que foi desta que bati no fundo?)
a)Não há casa de banho;
b)A casa de banho parece ter sido usado por estudantes que foram de viagem de finalistas a Lloret (vomitada, borrada nas paredes, com preservativos a entupirem a sanita e com gajas a gritarem que foram violadas só para chamarem a atenção).
Decidi portanto, para deleite de todos, partilhar as minhas melhores histórias de borras súbitas, tema que sei interessa sobremaneira a todos os leitores do meu blog:
Cagada #1, Sudoeste 2003: Acordo de rompante. Sinto o Sr. Castanho a bater desesperadamente á porta. Grito para o Luís 'VOU CAGAR' e começo a correr qual Obikwelu atrás da banana. Vôo por cima das tendas, derrubando rastafaris malcheirosos e camping gaz com trinta anos. E é então que me lembro 'Merda, esqueci-me do papel higiénico'. Volto para trás, desta vez com uma mão tentando apertar as nádegas. Quem me vê deve pensar que fui enrabado: correndo, gritando para me saírem da frente e agarrando o rabo com as mãos. Foi uma cagada monumenal, devo acrescentar.
Cagada #2, Sudoeste 2004: Antes de iniciarmos a viagem em direcção ao Alentejo, eu e o Gala decidimos ir comprar qualquer coisa ao hiper mais próximo. Ele decide-se por umas frutas e um leitinho. Eu decido-me por duas caixas de muffins e três coca-colas. Enfardo os muffins à velocidade da luz. No dia a seguir vamos buscar uns amigos à estação de comboios. Mal chego à estação dá-me a vontade súbita. Grito para o Gala 'VOU CAGAR' e corro para a casa de banho. A casa de banho é uma turca, daquelas em que só existe um buraco no chão. 'Fabuloso' penso eu. Baixo os calções e os boxers e tento cagar. Pareço um contorcionista do circo Chen, de cócoras e fazendo força suficiente para conseguir largar o cagalhão, mas não para me cagar ruidosamente (saí de lá com uns abdominais do caralho). Decido que assim não resulta e tiro mesmo as calças e os boxers, ficando quase em pelota na casa de banho da estação da Funcheira. Ponho-me mais uma vez de cócoras, fazendo pontaria ao buraco. Faço força mas não sai nada. Eu sei que ele está lá! Faço ainda mais força. Por momentos penso que me vai sair do cú o diploma do Sócrates. Mas o que sai é um enorme e roliço cagalhão que por sinal não acerta no buraco. Acho que saí de lá com menos dois quilos.
Cagada #3, Malásia 2005: Uma pessoa vai de férias e pelo menos para mim é essencial saber uma coisa: ´Há casa de banho? Onde está? É limpa? Na Malásia deixem-me que vos diga, as casas de banho são do tipo turcas (embora no hotel fossem do tipo inglês. Quem diria que haviam tantos tipos de WC's?). Estou a passear calmamente pelo centro comercial das Petronas quando me dá a vontade súbita. Grito para a minha irmã 'VOU CAGAR' e corro para a casa de banho. Estas turcas são no entanto diferentes das que conheço. Têm um chuveiro e três conchas. Leram bem, têm três conchas. Até hoje acordo à noite inquietado a pensar para que servirão as três conchas. Decoração? Limpeza extra?
De qualquer modo não me chego nem perto das ditas conchas. Começo a operação cagada. Estas turcas são mais cómodas, e muito mais limpas. Tenho até uma espécie de momento Zen, cagando alegremente ao ritmo da música de centro comercial que passa na casa de banho. Apercebo-me então que não tenho papel. Ora vejamos: se estivesse em Portugal, gritava por socorro para as pessoas que eventualmente estivessem cá fora. Mas eu estou na Malásia. Felizmente encontro um mini-lenço-meio-ranhoso no meu bolso de trás que habilmente serve para o que quero. Saio ainda a pensar na merda das conchas.
No próximo post questões importantes relativamente às cagadas: Como fugir com o cu aos salpicos e maneiras de disfarçar o cheiro de diarreias explosivas.
(PS: Será que foi desta que bati no fundo?)
segunda-feira, abril 23, 2007
Queima Season is now open
Sexta à noite em Coimbra. Depois de uma janta no restaurante que já começa a ser do costume, lá nos vimos a braços com a decisão habitual: e agora, ir para onde? Depois de apreciarmos as imensas ofertas que Coimbra tem para saídas à noite (como a kizombada no Vynil, os martelos na Via, e o clube-dos-Palops na associação) decidimos por ir para a Figueira, inaugurar a época oficial de queimas!
Sim, é verdade, lá rumamos até à Figueira para o primeiro dia de Queima da semana académica da dita cidade.
Chegámos e dirigimo-nos à bilheteira. Um gajo com mais de dois metros (sem exagero) estava à nossa frente. O freak-show tinha começado.
Na bilheteira o rapaz que nos vendeu o bilhete ainda disse ‘Ah, são de Coimbra…Estão perdidos?’. Creio que o rapaz queria dizer entrelinhas ‘Fujam, Fujam, salvem-se enquanto podem!’.
Entrámos e apreciámos as pessoas. Todas as 20 pessoas (incluindo pessoal da organização).
A actuar estavam os Heróis do Bar. Não, não são os heróis do mar. São mesmo os heróis do Bar, uma banda de tributo. Agora perguntam, uma banda de tributo a quem? O cérebro comum pensará que é de tributo aos heróis do mar, mas não. É mesmo aos UHF. Tocaram hits de todos nós conhecidos como ‘Na tua cama’ ou ‘O Jorge Morreu’. A certa altura, o vocalista, vendo que não tinha ninguém a vê-lo actuar grita ‘Vocês parecem um bando de morcegos velhos’. Nós enfardámos mais umas cervejas.
Para a semana vamos à de Aveiro.
Sim, é verdade, lá rumamos até à Figueira para o primeiro dia de Queima da semana académica da dita cidade.
Chegámos e dirigimo-nos à bilheteira. Um gajo com mais de dois metros (sem exagero) estava à nossa frente. O freak-show tinha começado.
Na bilheteira o rapaz que nos vendeu o bilhete ainda disse ‘Ah, são de Coimbra…Estão perdidos?’. Creio que o rapaz queria dizer entrelinhas ‘Fujam, Fujam, salvem-se enquanto podem!’.
Entrámos e apreciámos as pessoas. Todas as 20 pessoas (incluindo pessoal da organização).
A actuar estavam os Heróis do Bar. Não, não são os heróis do mar. São mesmo os heróis do Bar, uma banda de tributo. Agora perguntam, uma banda de tributo a quem? O cérebro comum pensará que é de tributo aos heróis do mar, mas não. É mesmo aos UHF. Tocaram hits de todos nós conhecidos como ‘Na tua cama’ ou ‘O Jorge Morreu’. A certa altura, o vocalista, vendo que não tinha ninguém a vê-lo actuar grita ‘Vocês parecem um bando de morcegos velhos’. Nós enfardámos mais umas cervejas.
Para a semana vamos à de Aveiro.
Pulpfashion is back!
Este fim de semana apanhei a Mia por Aveiro. Amarrei-a a uma cadeira, espetei-lhe ferros quentes no rabo, obriguei-a a ver o DVD inteiro do Toni Carreira ao vivo no Coliseu, e fi-la ler passagens do Equador do Miguel Sousa Tavares (sempre achei que a música do Tóni complementa a escrita do Miguel).
Resultado? O Pulpfashion está de volta!
Resultado? O Pulpfashion está de volta!
segunda-feira, abril 09, 2007
UC e as 7 maravilhas de Portugal
Eu por mim já deu o meu voto para a Universidade de Coimbra. Sempre posso dizer que já mijei em cima de uma das sete maravilhas de Portugal. Sugiro também que a Universidade de Coimbra seja proposta para a eleição das 7 maravilhas do mundo mais vomitadas e as 7 maravilhas do mundo com mais bêbados histéricos.
sexta-feira, abril 06, 2007
Coming out
Durante muito tempo este foi um segredo que guardei comigo. Mas agora não aguento mais. Não posso continuar a fingir ser o que não sou. Os meus amigos já desconfiavam, eu sei, e eu não posso mais fazer-me passar por algo que não sou, a fingir que gosto quando não gosto. Por isso aqui vai: Eu odeio o David Lynch.
Enquanto toda a gente diz que ver um filme do Lynch é uma experiência brutal de auto conhecimento e compreensão eu acho que os filmes do Lynch são uma experiência de merda. Durante muito tempo eu senti-me um ser inferior, mas agora já chega, tenho de me assumir. Eu não percebi um caralho do 'Mulholand Drive'. Nem do 'Estrada perdida'. Eu adormeci a meio do 'Uma história simples'. Eu acho o 'Elephant Man' um horror. Eu abomino o 'Veludo Azul'.
Sei que a partir de agora serei provavelmente excomungado da sociedade intelectual de cinéfilos, mas estava na altura do meu coming out.
Mentes retorcidas de todo o mundo regozijem-se, vêm aí mais um filme do David Lynch, 'INLAND EMPIRE' (parece que tem de se escrever com maiúsculas, é mais fixe assim).
Segundo Lynch:
«Um filme deve bastar-se a si próprio. É absurdo se um realizador precisa de explicar por palavras o que um filme seu significa (?). As pessoas, às vezes, dizem que têm problemas em perceber um filme, mas eu acho que percebem muito mais do que julgam perceber. Porque todos temos o poder da intuição – temos, realmente, o dom de intuir coisas.»
Tens razão Lynch. Eu tenho intuição. E a minha diz-me que nem tu deves perceber um caralho dos filmes que fazes.
Enquanto toda a gente diz que ver um filme do Lynch é uma experiência brutal de auto conhecimento e compreensão eu acho que os filmes do Lynch são uma experiência de merda. Durante muito tempo eu senti-me um ser inferior, mas agora já chega, tenho de me assumir. Eu não percebi um caralho do 'Mulholand Drive'. Nem do 'Estrada perdida'. Eu adormeci a meio do 'Uma história simples'. Eu acho o 'Elephant Man' um horror. Eu abomino o 'Veludo Azul'.
Sei que a partir de agora serei provavelmente excomungado da sociedade intelectual de cinéfilos, mas estava na altura do meu coming out.
Mentes retorcidas de todo o mundo regozijem-se, vêm aí mais um filme do David Lynch, 'INLAND EMPIRE' (parece que tem de se escrever com maiúsculas, é mais fixe assim).
Segundo Lynch:
«Um filme deve bastar-se a si próprio. É absurdo se um realizador precisa de explicar por palavras o que um filme seu significa (?). As pessoas, às vezes, dizem que têm problemas em perceber um filme, mas eu acho que percebem muito mais do que julgam perceber. Porque todos temos o poder da intuição – temos, realmente, o dom de intuir coisas.»
Tens razão Lynch. Eu tenho intuição. E a minha diz-me que nem tu deves perceber um caralho dos filmes que fazes.
Clube de fãs!

A pedido de milhares de fãs de música da boa, mas mesmo daquela música que se acorda de manhã e se passa o dia todo a cantar, aqui fica a bela Rosinha. Não lhe dou mais de uns dias para conquistar a cena musical e encher o ouvido dos portugueses com estas melodias catchy e letras de levantar o pau aos moribundos. A própria capa do álbum da cantora é uma obra de arte. Reparem na racha dos dentes da frente da menina. Digam lá se ela não é a próxima Madonna?
Este é o hit que eu espero que ponha as meninas todas a cantar. Agora só falta vê-la na queima, para as caloiras cantarem o refrão!
(Agradeçam ao Mig, o presidente do clube de fãs da Rosinha)
terça-feira, abril 03, 2007
Push pop
Aposto que o gajo que disse que a Disney é satânica não iria sobreviver a este anúncio televisivo...
segunda-feira, abril 02, 2007
Pide? Qué isso?
Parece que o Salazar ganhou a votação do maior português de sempre. Não me admiro. Aposto que os apoiantes do não no referendo ao aborto, foram-se todos vingar a votar no Salazar.
(Prometo que não me pronuncio mais sobre o referendo ao aborto. Prometo, prometo, prometo...)
(Prometo que não me pronuncio mais sobre o referendo ao aborto. Prometo, prometo, prometo...)
segunda-feira, março 26, 2007
Satanismo e Disney
Eu sempre suspeitei daquela pequena sereia...Umas mamas daquelas não eram inocentes!
Terapia alternativa
Sábado à noite, aniversário do Milton. Lá se dirige a malta toda para o sítio mais ranhoso de Coimbra (Salão Brazil), para jantarmos. Depois de uma bela degustação regada a vinho tinto (que até era bom) e conversa, começa-se a ouvir música. Primeiro era apenas um saxofone desafinado e um acordeonista que parecia tocar como tocaria o Quim Barreiros se ficasse sem braços. Depois começa-se a ouvir música celta, e às tantas uma multidão junta-se e ouve-se uma gaja a dizer 'Vamos todos dar os nossos mindinhos'. É verdade, passados dois minutos, uma fila de gente adulta, com os mindinhos entrelaçados percorria as mesas do restaurante incitando toda a gente a juntar-se ao que julgo ser a irmandade do mindinho. Querem sentir-se num filme do David Lynch? Já sabem, sábados à noite é só irem ao Salão Brazil.
quinta-feira, março 22, 2007
Como ser uma jovem esposa!
O texto é longo, eu sei, mas também não é propriamente Saramago (passagens mais importantes a bold, para os preguiçosos!):
Instruções e conselhos para a jovem noiva
Sobre como se conduzir e proceder nas relações íntimas e pessoais inerentes ao casamento, para uma maior santidade espiritual que deve acompanhar este abençoado sacramento, e para a glória de Deus.
Para a jovem e sensível moça que alcançou o privilégio de crescer e chegar ao casamento, devemos dizer que este dia é, ironicamente o mais feliz e também o mais aterrorizante de sua vida. Do lado positivo, há o casamento propriamente dito, no qual a noiva é o centro das atenções de uma cerimônia bonita e comovente, cerimônia esta que simboliza o seu triunfo em lhe assegurar um homem que lhe proverá todas as suas necessidades pelo resto de sua vida natural. Do lado negativo, está a noite de núpcias, durante a qual a noiva deve “pagar para ver”, vulgarmente falando, ao se defrontar, pela primeira vez, com a terrível experiência do sexo.
Nesse ponto, cara leitora, deixe-me revelar uma verdade chocante. Algumas jovens, na realidade, aguardam a noite de núpcias com um misto de curiosidade e prazer! Cuidado com tal atitude! Um marido egoísta e sensual pode facilmente tirar vantagem de tal noiva. Nunca se esqueça de uma regra capital, para qualquer casamento: dê pouco, raramente, e sempre de má vontade: do contrário, o que tem tudo para ser um casamento feliz pode transformar-se numa orgia dos sentidos.Por outro lado, o temor da noiva não deve ser extremo, porquanto o sexo, que, na melhor das hipóteses, é algo bastante doloroso, deve ser cultivado, e o tem sido pela mulher desde o início dos tempos, e é recompensado pela união monogâmica e pelos filhos. A maioria dos homens, se não lhes for negado, desejam fazer sexo quase todos os dias. A noiva sábia deverá permitir um máximo de duas rápidas relações sexuais por semana durante os primeiros meses do casamento. À medida que o tempo passar, ela deve envidar esforços para reduzir tal freqüência. Doenças simuladas, insônia e dores de cabeça são os melhores aliados de uma esposa quanto a isso. Argumentos, apoquentações, repreensões e questionamentos também são muito eficazes, se usados tarde da noite, cerca de uma hora antes de o marido normalmente começar sua sedução.As esposas inteligentes devem estar sempre alerta e cientes de novas e melhores maneiras de negar e desencorajar as aproximações amorosas de seus maridos. Uma boa esposa deve reduzir as relações sexuais ao mínimo. O ideal é uma só por semana ao fim do primeiro ano de casamento e uma por mês ao fim do quinto ano.Ao redor do décimo ano de casamento, muitas mulheres já completaram a sua prole e atingiram o objetivo final de terminar todo e qualquer contato com seus maridos. Nessa época, ela deve fazer do seu amor pelos filhos e das pressões sociais elementos eficazes que mantenham o marido em casa.Como já mencionamos anteriormente, a mulher, além de se manter alerta quanto a ter o mínimo de relações sexuais possíveis, deve também prestar muito atenção em limitar a espécie e a qualidade das relações sexuais.(..)
A mulher inteligente terá por objetivo nunca deixar que o marido a veja despida, nem que este se apresente despido. Praticar sexo, quando este não puder ser evitado, só em total escuridão. Muitas mulheres acham muito útil usar uma pesada e grossa camisola de algodão e providenciar pijamas para o marido, e não tirá-lo durante o ato sexual. Assim, um mínimo de corpo ficará exposto.Uma vez que a noiva tenha colocado a sua camisola e apagado todas as luzes, ela deve deitar-se quieta e placidamente ao longo da cama e esperar pelo noivo. Não deve fazer qualquer ruído que possa, na escuridão, orientá-lo em sua direção; caso contrário, ele poderá interpretar isso como um sinal de encorajamento. Ela deve deixá-lo andar às apalpadelas no escuro. Existe sempre a esperança de que ele venha a tropeçar e sofrer alguma lesão, que, por mais leve que seja, possa vir a ser usada como desculpa para negar qualquer contato sexual. Quando ele a encontrar, ela deve permanecer tão imóvel quanto possível. Qualquer movimento de sua parte pode ser interpretado como excitação sexual. Se ele tentar beijá-la nos lábios, ela deve virar ligeiramente a cabeça de modo que o beijo alcance inocentemente as suas bochechas. Se ele tentar beijar-lhe as mãos, ela deve mantê-las com os punhos fechados. Se ele levantar a sua camisola e tentar beijá-la em qualquer outra parte do corpo, ela deve, imediatamente, puxar para baixo a sua camisola, pular da cama e anunciar que a mãe natureza a chama ao banheiro. Isso, geralmente, amortecerá o desejo dele de beijá-la em territórios proibidos.Se o marido tentar seduzi-la com conversas lascivas, a esposa inteligente repentinamente lembrar-se-á de perguntar-lhe alguma coisa trivial e não sexual. Uma vez obtida a resposta ela deve prosseguir a conversação, não importando quão frívola ela possa parecer na ocasião. (...)Ela deverá permanecer absolutamente calada ou falar sobre seus afazeres domésticos, enquanto ele realiza as manobras que o ato sexual requer(...) Tão logo o marido complete o ato sexual, a mulher inteligente deverá começar a aborrecê-lo com conversas sobre tarefas que ela quer que ele realize no dia seguinte. Muitos homens obtêm a maior parte de sua satisfação após a pacífica exaustão que se segue ao ato. Sendo assim, a mulher inteligente deve assegurar-se de que ele não tenha paz nesse período, pois, do contrário, ele logo se achará tentado a querer um pouco mais. (...)
Escrito por Ruth Smythers, esposa de um pastor da Igreja Metodista Arcadiana da Congregação Regional Leste, Reverendo L. D. Smythers
Foda-se é desta que eu vou virar muçulmano!
Instruções e conselhos para a jovem noiva
Sobre como se conduzir e proceder nas relações íntimas e pessoais inerentes ao casamento, para uma maior santidade espiritual que deve acompanhar este abençoado sacramento, e para a glória de Deus.
Para a jovem e sensível moça que alcançou o privilégio de crescer e chegar ao casamento, devemos dizer que este dia é, ironicamente o mais feliz e também o mais aterrorizante de sua vida. Do lado positivo, há o casamento propriamente dito, no qual a noiva é o centro das atenções de uma cerimônia bonita e comovente, cerimônia esta que simboliza o seu triunfo em lhe assegurar um homem que lhe proverá todas as suas necessidades pelo resto de sua vida natural. Do lado negativo, está a noite de núpcias, durante a qual a noiva deve “pagar para ver”, vulgarmente falando, ao se defrontar, pela primeira vez, com a terrível experiência do sexo.
Nesse ponto, cara leitora, deixe-me revelar uma verdade chocante. Algumas jovens, na realidade, aguardam a noite de núpcias com um misto de curiosidade e prazer! Cuidado com tal atitude! Um marido egoísta e sensual pode facilmente tirar vantagem de tal noiva. Nunca se esqueça de uma regra capital, para qualquer casamento: dê pouco, raramente, e sempre de má vontade: do contrário, o que tem tudo para ser um casamento feliz pode transformar-se numa orgia dos sentidos.Por outro lado, o temor da noiva não deve ser extremo, porquanto o sexo, que, na melhor das hipóteses, é algo bastante doloroso, deve ser cultivado, e o tem sido pela mulher desde o início dos tempos, e é recompensado pela união monogâmica e pelos filhos. A maioria dos homens, se não lhes for negado, desejam fazer sexo quase todos os dias. A noiva sábia deverá permitir um máximo de duas rápidas relações sexuais por semana durante os primeiros meses do casamento. À medida que o tempo passar, ela deve envidar esforços para reduzir tal freqüência. Doenças simuladas, insônia e dores de cabeça são os melhores aliados de uma esposa quanto a isso. Argumentos, apoquentações, repreensões e questionamentos também são muito eficazes, se usados tarde da noite, cerca de uma hora antes de o marido normalmente começar sua sedução.As esposas inteligentes devem estar sempre alerta e cientes de novas e melhores maneiras de negar e desencorajar as aproximações amorosas de seus maridos. Uma boa esposa deve reduzir as relações sexuais ao mínimo. O ideal é uma só por semana ao fim do primeiro ano de casamento e uma por mês ao fim do quinto ano.Ao redor do décimo ano de casamento, muitas mulheres já completaram a sua prole e atingiram o objetivo final de terminar todo e qualquer contato com seus maridos. Nessa época, ela deve fazer do seu amor pelos filhos e das pressões sociais elementos eficazes que mantenham o marido em casa.Como já mencionamos anteriormente, a mulher, além de se manter alerta quanto a ter o mínimo de relações sexuais possíveis, deve também prestar muito atenção em limitar a espécie e a qualidade das relações sexuais.(..)
A mulher inteligente terá por objetivo nunca deixar que o marido a veja despida, nem que este se apresente despido. Praticar sexo, quando este não puder ser evitado, só em total escuridão. Muitas mulheres acham muito útil usar uma pesada e grossa camisola de algodão e providenciar pijamas para o marido, e não tirá-lo durante o ato sexual. Assim, um mínimo de corpo ficará exposto.Uma vez que a noiva tenha colocado a sua camisola e apagado todas as luzes, ela deve deitar-se quieta e placidamente ao longo da cama e esperar pelo noivo. Não deve fazer qualquer ruído que possa, na escuridão, orientá-lo em sua direção; caso contrário, ele poderá interpretar isso como um sinal de encorajamento. Ela deve deixá-lo andar às apalpadelas no escuro. Existe sempre a esperança de que ele venha a tropeçar e sofrer alguma lesão, que, por mais leve que seja, possa vir a ser usada como desculpa para negar qualquer contato sexual. Quando ele a encontrar, ela deve permanecer tão imóvel quanto possível. Qualquer movimento de sua parte pode ser interpretado como excitação sexual. Se ele tentar beijá-la nos lábios, ela deve virar ligeiramente a cabeça de modo que o beijo alcance inocentemente as suas bochechas. Se ele tentar beijar-lhe as mãos, ela deve mantê-las com os punhos fechados. Se ele levantar a sua camisola e tentar beijá-la em qualquer outra parte do corpo, ela deve, imediatamente, puxar para baixo a sua camisola, pular da cama e anunciar que a mãe natureza a chama ao banheiro. Isso, geralmente, amortecerá o desejo dele de beijá-la em territórios proibidos.Se o marido tentar seduzi-la com conversas lascivas, a esposa inteligente repentinamente lembrar-se-á de perguntar-lhe alguma coisa trivial e não sexual. Uma vez obtida a resposta ela deve prosseguir a conversação, não importando quão frívola ela possa parecer na ocasião. (...)Ela deverá permanecer absolutamente calada ou falar sobre seus afazeres domésticos, enquanto ele realiza as manobras que o ato sexual requer(...) Tão logo o marido complete o ato sexual, a mulher inteligente deverá começar a aborrecê-lo com conversas sobre tarefas que ela quer que ele realize no dia seguinte. Muitos homens obtêm a maior parte de sua satisfação após a pacífica exaustão que se segue ao ato. Sendo assim, a mulher inteligente deve assegurar-se de que ele não tenha paz nesse período, pois, do contrário, ele logo se achará tentado a querer um pouco mais. (...)
Escrito por Ruth Smythers, esposa de um pastor da Igreja Metodista Arcadiana da Congregação Regional Leste, Reverendo L. D. Smythers
Foda-se é desta que eu vou virar muçulmano!
É assim mesmo!
Uma juíza alemã negou o divórcio imediato a uma mulher de origem marroquina vítima de violência doméstica por considerar que o Corão não proíbe esse tipo de prática, passando por cima da legislação do seu país. A revelação do caso está a gerar uma onda de indignação no país que já levou ao afastamento da juíza do processo.
A primeira reacção surgiu na imprensa, que esta manhã dava grande destaque ao caso. "Onde vivemos? Uma juíza autoriza o espancamento de uma mulher e refere-se ao Corão", titula o diário popular "Bild", enquanto o jornal de esquerda "Taz" cita na sua primeira página o versículo 34 do sura 4 do Corão: "Se temes que a tua mulher se rebele, então ameaça-a, rejeita-a no teu leito conjugal e bate-lhe".
Ora agora é que falamos! Isto no cristiannismo não é nada assim: chega-se a casa, a mulher não fez o jantar, não lavou a roupa e o homem ainda tem de falar baixinho...Eu vou virar é muçulmano!
A primeira reacção surgiu na imprensa, que esta manhã dava grande destaque ao caso. "Onde vivemos? Uma juíza autoriza o espancamento de uma mulher e refere-se ao Corão", titula o diário popular "Bild", enquanto o jornal de esquerda "Taz" cita na sua primeira página o versículo 34 do sura 4 do Corão: "Se temes que a tua mulher se rebele, então ameaça-a, rejeita-a no teu leito conjugal e bate-lhe".
Ora agora é que falamos! Isto no cristiannismo não é nada assim: chega-se a casa, a mulher não fez o jantar, não lavou a roupa e o homem ainda tem de falar baixinho...Eu vou virar é muçulmano!
terça-feira, março 20, 2007
Aqueles tempos...
No outro dia em conversa alguem se sai com um 'Ah, mas são verdes'.
Foi como um revival. Quem não se lembra de ter 12 anos e empregar com sucesso expressões tão ricas como:
Quem arrota quer pichota
Quanto mais prima mais se lhe arrima
Conheces o Zé? Qual Zé? Aquele que te deu um pontapé
A Bela mandou-te beijos. Qual Bela? A minha bela picha.
Peter Pan em cuecas e soutien
És boa como o milho, é pena é eu não gostar de pipocas
Cu que fala quer bengala
Queres um chupa misto?
A tua avó torta
Arrota puta que comeste grelos
Vai para a bardermerda
És um cara de cu à paisana
Vou-te chegar a roupa ao pêlo
Cor de burro quando foge
Sai da frente que carne de porco não é transparente
Dá-me lá um bacalhau
É de partir a moca
E depois morreram as vacas e ficaram os bois
Estás com o pito aos saltos
Fia-te na Virgem e não corras
Comigo não fazes farinha
Quanto mais juras mais mentes!
Estou quilhado
Querias! Batatinhas com enguias
Ri-te ri-te, quando for pelo cu até choras
Ai, que saudades...
Foi como um revival. Quem não se lembra de ter 12 anos e empregar com sucesso expressões tão ricas como:
Quem arrota quer pichota
Quanto mais prima mais se lhe arrima
Conheces o Zé? Qual Zé? Aquele que te deu um pontapé
A Bela mandou-te beijos. Qual Bela? A minha bela picha.
Peter Pan em cuecas e soutien
És boa como o milho, é pena é eu não gostar de pipocas
Cu que fala quer bengala
Queres um chupa misto?
A tua avó torta
Arrota puta que comeste grelos
Vai para a bardermerda
És um cara de cu à paisana
Vou-te chegar a roupa ao pêlo
Cor de burro quando foge
Sai da frente que carne de porco não é transparente
Dá-me lá um bacalhau
É de partir a moca
E depois morreram as vacas e ficaram os bois
Estás com o pito aos saltos
Fia-te na Virgem e não corras
Comigo não fazes farinha
Quanto mais juras mais mentes!
Estou quilhado
Querias! Batatinhas com enguias
Ri-te ri-te, quando for pelo cu até choras
Ai, que saudades...
sexta-feira, março 16, 2007
Isto não é uma discoteca!
'As novas orientações da Igreja, em especial da missa, são assinadas esta quarta-feira pelo Papa Bento XVI. Entre as linhas orientadoras estão várias decisões que podem ser polémicas. O excesso nos abraços da paz, as palmas e a música que se toca e canta são algumas das «correcções» que devem ser feitas e que foram apontadas pelo bispo de Roma.
Considera o Papa que a saudação da paz «pode assumir expressos excessivas, suscitando um pouco de confusão na assembleia precisamente antes da comunhão. O gesto deve ser limitado a quem está mais próximo». Bento XVI coloca mesmo a hipótese de colocar este momento noutra parte da missa.
A missa deve ser mais «sóbria» e a música assume um papel fundamental. «É necessário evitar a improvisação genérica ou a introdução de géneros musicais que não respeitem o sentido da liturgia». Baterias, palmas ou guitarras eléctricas podem ter de ficar à porta. Em substituição o canto gregoriano deve ser adoptado.
O pontífice chama ainda a atenção para a importância das idas à igreja. A televisão não cumpre o preceito dominical e ninguém deve dispensar-se de ir à missa. O latim deve também ser mais utilizado na celebração.'
Hum, a ver se percebi: missas em latim, só com canto gregoriano e sem apalpões durante a saudação de paz. Prevejo um aumento de fiéis nas missas, sem dúvida.
Considera o Papa que a saudação da paz «pode assumir expressos excessivas, suscitando um pouco de confusão na assembleia precisamente antes da comunhão. O gesto deve ser limitado a quem está mais próximo». Bento XVI coloca mesmo a hipótese de colocar este momento noutra parte da missa.
A missa deve ser mais «sóbria» e a música assume um papel fundamental. «É necessário evitar a improvisação genérica ou a introdução de géneros musicais que não respeitem o sentido da liturgia». Baterias, palmas ou guitarras eléctricas podem ter de ficar à porta. Em substituição o canto gregoriano deve ser adoptado.
O pontífice chama ainda a atenção para a importância das idas à igreja. A televisão não cumpre o preceito dominical e ninguém deve dispensar-se de ir à missa. O latim deve também ser mais utilizado na celebração.'
Hum, a ver se percebi: missas em latim, só com canto gregoriano e sem apalpões durante a saudação de paz. Prevejo um aumento de fiéis nas missas, sem dúvida.
quinta-feira, março 15, 2007
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